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O Deus da Guerra também nos Quadrinhos
2Nesta semana, a Taberna do Smok recebe uma ilustre visita de ninguém mais, ninguém menos do que o todo poderoso Kratos, o verdadeiro e único Deus da Guerra. Ta, você se pergunta, mas hoje é dia de quadrinhos na Taberna. O que o Kratos ta fazendo na capa? Simples, Kratos também é quadrinho, bebê!
Todos nós conhecemos o espartano Kratos (como assim? Você não conhece Kratos? De que planeta você veio?) e sua rixa com os deuses do Olimpo. O guerreiro foi responsável pela morte de Ares, o primeiro Deus da Guerra, mas essa morte foi somente o início da batalha contra todos os deuses, mostradas nos jogos da série God of War. A história desse magnífico personagem ganhou títulos tanto para o Playstation 2, quanto o Playstation 3, alem do portátil da Sony, o PSP, e até mesmo um jogo obscuro para celular. Mas, a história do espartano era pequena demais para caber somente nos jogos.
Por isso, Kratos virou quadrinhos, sob o roteiro do mestre Marv Wolfman, responsável por diversos sucessos, dentre eles, o Titãs da DC Comics, e ilustrações maravilhosas de Andrea Sorrentino. Nos EUA, quem publicou a primeira história em quadrinhos do personagem foi a própria DC Comics, através do seu selo Wildstorm. No Brasil, a Panini Comics lançou recentemente um volume único de 148 páginas de sangue, destruição e “I Will make you suffer”, por um precinho camarada de R$19,90 (mas a capa é mole!).
Por isso, caro leitor da Taberna, fica a dica pra você que curte a saga de Kratos, acompanhar mais um capítulo da vida e obra do cara mais violento e determinado de toda a Esparta. Pra te deixar com mais vontade, saca só a sinopse da história, alem de algumas capas (mas lembrando que, aqui no Brasil, o volume é único, e a capa é essa imagem do lado):
“Após um destruidor conflito, o guerreiro espartano Kratos venceu e matou Ares, tornando-se o novo deus da guerra. Mas sua verdadeira provação mal começou. Agora Kratos deve testar seu recém-adquirido poder contra o impossível e derrotar as terríveis criaturas que guardam a Ambrosia de Esculápio, capaz de curar qualquer doença. Uma jornada que o Fantasma de Esparta já realizou uma vez quando era um simples mortal a um preço terrível! Esse sangrento capítulo na vida de um dos maiores ícones dos games da atualidade chega pelas mãos do lendário roteirista Marv Wolfman (Novos Titãs) e com a incomparável arte de Andrea Sorrentino.”
Boa leitura!
Dead Space 2: Uma análise depois do hype.
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Isaac Clarke volta a combater os necromorfos, mas agora existe um novo inimigo: sua mente.
Caros visitantes da Taberna, o papo de hoje é sobre essa aventura de terror produzida pela Viceral Games e oferecida pela Eletronic Arts, para o Playstation 3, X-Box 360 e PC. Depois do hype gerado na época do lançamento, agora é hora de, friamente, analisar esse jogo para decidirmos: vale à pena continuar acompanhando o planet cracker Isaac Clarke?
A timeline
O jogo dá sequência ao seu predecessor principal, Dead Space, que oferecia uma experiência de terror ambientado no espaço, que muito lembrava o filme Alien: o oitavo passageiro. Durante o jogo, ninguém vai escutar seus gritos.
A série apresentou um bom desenvolvimento em diferentes mídias. Trouxe os jogos Dead Space: Extraction e Ignition, que ampliam a história. Tabém conta com duas animações, Dead Space: Downfall e Aftermath, respectivamente ambientando o primeiro e segundo jogo da série, além de comic books. É altamente recomendável assistir às animações antes de jogar a linha principal, pois a história ganha riqueza de detalhes.
O inicio de Dead Space 2 apresenta o protagonista acordando de um longo coma, durante a infestação na cidade de Sprawl, local do jogo situada na lua de Saturno, Titan.
Isaac precisa fugir dos necromorfos e recolher seus equipamentos. O problema é que ele não se lembra de nada após a fuga da nave Ishimura, do jogo anterior, e constantemente tem visões de sua namorada Nicole Brennan. Esses aparecimentos da falecida levaram o jogador do ódio à paixão, tamanha a qualidade com que esse relacionamento foi tratado e humanizado. Partindo disso, o estado psicológico de Isaac só fica pior quando descobre que já se passaram três anos desde sua fuga, e conhece Nolan Stross, um lunático apresentado na animação Aftermath que parece saber mais sobre o que está acontecendo.
Não é possível dar mais profundidade a história aqui sem oferecer vários spoilers. Sem correr esse risco, a análise continua.

Ambientação
O jogo é escuro, claustrofóbico e tenso. Também deveria ser frio, mas a ação mais frenética que seu predecessor, torna Dead Space 2 um jogo quente, com balas voando, explosões constantes, além de garras e vômitos ácidos.
Praticamente todos os cenários são escuros, e as armas de Clarke sempre contam com uma fonte de iluminação. O perigo constante de ser atacado de surpresa por um necromorfo faz com tenhamos a arma em riste, para um tiro rápido.
Outro ponto que contribui para a atmosfera de tensão são as ventilações pelas quais os inimigos percorrem as construções. Não é possível ter certeza que limpamos a sala completamente, pois se ficar muito tempo ali, mais necromorfos aparecerão, e o mesmo vale para quando voltar a alguma sala.
No fim das contas, é fisicamente cansativo jogar Dead Space 2. A tensão e preocupação com a próxima onde de monstros é grande, e jogar mais de uma hora sem interrupção para descansar é um desafio, e essa é a palavra do nosso próximo bloco.
Jogabilidade
Essa segunda edição da série diminuiu o terror, bem como teve a dificuldade amenizada, sensações já percebidas em jogos como Resident Evil 5. O desafio em Dead Space 2 é jogar no maior nível de dificuldade disponível logo de cara, o Zealot. Segundo as estatísticas online na tela inicial do jogo, menos de 10% dos jogadores terminaram nessa dificuldade. As informações na sequência são baseadas nessa escolha de nível.
Munição escassa, poucos créditos para compras, inimigos resistentes que causam muito dano e cenários hostis, além de ctuscenes que podem te matar. Isso é Dead Space 2. Para ajudar a enfrentar os monstros, Isaac conta com uma arma de paralisia, o Stasis, e uma de telecinesia, telekinesis. Com as duas é possível deixar o inimigo lento, arrancar algum membro, e usá-lo para empalar os inimigos, bem como transformar em armas vários itens do cenário. O bom jogador irá aprender a usar tudo que estiver disponível para economizar a munição, além de desenvolver e conhecer muito bem suas armaa preferidas.
No Playstation 3, plataforma para essa análise, a resposta aos controles foi excelente. Menus são mostrados em tempo real, o que permite que seus inimigos te ataquem, portas podem demorar a abrir por conta do loading do disco, além dos inimigos te perseguirem através dos cômodos.
O tempo médio para terminar o jogo são 12 horas, lendo todas as informações encontradas e ouvindo todos os áudios, além de decepar muitos membros. Mas nem tudo é bom…

O multiplayer
Dead Space 2 demonstra o que não fazer com um multiplayer. A proposta é distribuir os jogadores em dois times: soldados da Sprawl e necromorfos. Os combates são divididos em dois rounds com troca de times. A intenção dos soldados é ativar mecanismos para conter os monstros, e a dos necromorfos é, bem, matar.
Essa proposta é até divertida na primeira hora, mas depois se torna cansativa, valendo poucas sessões de jogo.
A construção do multiplayer é boa, com interação adequada entre os jogadores, mas Dead Space 2 foi vendido como interação na história, e a proposta de multiplayer fugiu disso. Imagino que se houvesse uma campanha cooperativa paralela à principal poderia ser uma boa idéia.
Por que devo jogar?
Dead Space 2 oferece um bom desenvolvimento de roteiro, ao se acompanhar as informações do cenário, áudios e logs. Bom desafio no nível Zealot e HardCore. Tensão até o talo, regada a uma convincente trilha sonora. Sustos… bem, nem tantos como prometido, pois o medo míngua sob a aura de tensão e preocupação com a próxima estratégia para derrotar a infestação.
O jogo passa a impressão de ter sido desenvolvido para jogadores que desejam desafios com muita carnificina. Um bom filme de suspense com ação, no qual você controla o protagonista.
Para concluir, Dead Space 2 vale, ao menos, duas jogadas. A primeira para conhecer toda a história, e a segunda para conquistar os troféus e apresentar uma excelente estratégia para conter a infestação dos necromorfos. Eu fiz isso, e conquistei meus troféus. Será que você consegue também sobreviver à Sprawl?
Os downloadable contentes (DLCs)
Os incrementos já estão disponíveis para download. A maioria é sobre armas e armaduras com bônus de combate e temáticas com as instituições do jogo. Até o momento o DLC Severed é o único a apresentar um desenrolar de história, mas não diretamente relacionado ao jogo principal. O personagem é Gabe Weller, do Dead Space: Extraction, que busca sua esposa Lexine. Se gostou de controlar Isaac Clarke, vale o download, apesar de não apresentar muitas novidades.
Por Bruno Elias que ainda tem medo de Dead Space e odeia criancinhas transformadas em necromorfos.
Divulgado vídeo de abertura de Marvel vs Capcom 3
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Depois de vídeos e mais vídeos revelando personagens novos e outras informações sempre de forma bem inusitada e usando e abusando do “viralismo” da internet.
Foi revelado o vídeo de abertura de Marvel vs Capcom 3 Fate of Two Worlds.
São quase 4 minutos de vídeo apresentando alguns dos personagens principais e seus encontros, dando uma boa junção à história do game, coisa difícil de ver em games da série “VS”, onde a história de como aqueles personagens se conhecem é sempre deixada de lado.
E como bônus fica também um vídeo do (até agora) vilão final do game. Assim como em X-Men vs Street Fighter e Marvel vs Capcom também temos um vilão gigante pra se enfrentar no final do game e desta vez temos nada mais nada menos que Galactus.
Marvel vs Capcom 3 Fate of Two Worlds será lançado em 15 de fevereiro de 2011 para Playstation 3 e XBOX 360.
Fonte: Omelete
TabernaCast 12 – Papo de Taberna 2…
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Taaaaaberneiros e Taberneiras! Hoje no Tabernacast Rafael Smok, Dada Cristine, o Vulto Vermelho Rodrigo de Salles e um convidado mais do que especial, direto do LagCast o Senhor B.
Juntos eles sentam para mais um Papo de Taberna 2!!!
Saiba neste Tabernacast o que achamos do sucesso repentino de séries como “The Walking Dead“, o que esperamos do “Rock in Rio 2011” e nossa opinião de merda sobre o “Kinect“!!!
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Comentado durante a leitura de e-mails e/ou durante o cast:
- Visitem e ouçam o LagCast do Senhor B
- Visitem e ouçam o Machinacast do Rodrigo de Salles
- Escutem o Papo de Taberna 1
- Jovem Nerd testa o Kinect!
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Não custa nada reforçar, comente no post desse podcast ou se preferir, escreva sua sugestão, critica ou conto maluco para:
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Um bom cast, e nada de quebrar mesas hoje por favor!





























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