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Ricardo Correia

Análise do Livro – Cronicas dos Senhores do Castelo ( O Poder Verdadeiro)

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Pois bem amigos

 

Vamos começar direto, galera Gamer da Taberna, jogaram Fable? Foi mais ou menos como eu me senti, porém é um universo um pouco mais expandido, e um tanto quanto misturado, com Star Trek ( ou Star Wars estou em duvida ainda) e Forgotten Helms. Meio capa e espada com um leve toque Western tem ainda uma parcela e uma boa parcela de Aliens na historia . Confuso? Calma nem tanto, neste ponto a história ficou bem justificada com um simples fato, é uma realidade completamente diferente da nossa.

Fica difícil explicar o Multiverso então vou pegar um trecho.

 

“Em um passado longínquo, um conflito épico foi travado em todo o Multiverso. Para garantir o futuro e o equilíbrio de todos os reinos, um grupo de combate especial, chamado Senhores de Castelo, foi criado. Depois de anos de guerras devastadoras, os Senhores de Castelo conquistaram a vitória e por mais de três milênios zelaram pela harmonia e pela prosperidade nos quatro quadrantes do Multiverso.”

 

            Alguns amigos frequentadores desta taberna como o Nerdanderthal já haviam me falado a respeito do livro no twitter, então entrou na lista de leitura e eis aqui o review dele. O multiverso já é razoavelmente famoso nas internetes, tem alguns fãs e já projetos de livros futuros (como a capa já deixa bem clara com sub titulo O Poder Verdadeiro livro 1).

Como eu já citei acima, a aceitação de um mundo, onde pistoleiro, magos, espadachins e princesas andam lado a lado se facilitou com a ideia de que me lembrou da estrutura de, foi só incluir Autômatos e Alienígenas, fadas e insetos gigantes que ficou mais fácil, mas realmente foi necessário um exercício de esquecer todas as minhas bases e abrir os braços pra uma mitologia semelhante ao que eu já conhecia, mas abordada toda de uma vez de uma forma bem nova.

Este primeiro livro, tem uma historia com alguns clichês pra falar a verdade, mas isso não diminui a diversão da historia. É um livro curto e com uma leitura muito rápida e bem dividida (pelo menos pro meu gosto) com capítulos curtos que facilitam caso você tenha de parar de ler, e mesmo com clichês há ainda alguns pontos inesperados.

 

Pontos Fracos: No livro há muitos personagens bons, personagens que tem muito potencial para serem cativantes ou odiáveis, mas isto não é explorado e fica só no potencial. Nem mesmo os Senhores do Castelo presente no livro se mantém nesta constância, às vezes são menos sensacionais e cativantes do que deveriam ser, são ótimos personagens que eu acho que serão (pelo menos torço para que sejam) melhor desenvolvidos nos livros que virão da serie.

Pontos Fortes: Amigos eu gosto de armas especiais (principalmente espadas), gosto itens mágicos elaborados e diferentes, e sinceramente neste quesito o livro não deixa a desejar, desde armas simples como os bastões de combate, até itens elaborados como manoplas, são todas armas extremamente incríveis e até criativas. E outro ponto que achei excelente é a ambientação, já citei isso no primeiro paragrafo, mas vale citar novamente, caso você consiga se desapegar de pré-conceitos, o ambiente fica muito agradável e com uma fantasia e mitologia única.

 

Bom amigos por fim eu vou salientar mais uma coisa legal, há um site sobre o multiverso em si e onde é explorado e incentivado a criação de forma colaborativa de historias do Multiverso, há alguns contos e blog muito interessantes, que vale a pena ser lido tanto quanto o próprio livro.

 

Por Ricardo Correia, que desistiu de Malas para viajar, o negócio é Jóias de Landrakar.

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Análise do Livro – A Ordem Dos Lendários

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Amigos estou de volta.

 

Desta vez eu trago um livro que achei interessante por uma série de fatores, mas acho que o principal é por se tratar de um livro feito por um autor nacional de forma quase que independente.

Acho que a maioria dos amigos que costuma ler muito, jogam RPG e /ou escrevem, tem o sonho de um dia ver um livro seu publicado e pode ler seu nome na capa desta obra. Com base nisto resolvi fazer tudo que está ao meu alcance: Ler de forma imparcial e dar minha opinião sincera sobre a obra.

O nome do livro é A Ordem dos Lendários e o início das atividades do promissor escritor paulista R.L. Mandu. É o primeiro livro de uma série, a história se desenrola num futuro pós-apocalíptico e o cataclismo que deu quase que fim na humanidade e no planeta foi uma terceira guerra mundial com envolvimento direto de figuras que personificam o Bem e o Mal. De um lado se encontra o Lendário Elemental e do Outro uma figura que responde unicamente pelo nome de Khaos.

A narrativa se concentra na passagem das informações para crianças selecionadas, de tudo que se desenrolou na formação e crescimento e transformação de um cara comum no Lendário Elemental. Para tanto no decorrer do livro diversos caminhos de ensinamento são abordados desde citações a Confúcio que explicam o porquê passar estas informações para estas crianças “Estude o passado, se quiseres adivinhar o futuro” até pensamentos desenvolvidos pelo famoso Samurai Miamoto Musashi.

O livro conta com muitas informações que devem ser descobertas com a leitura em si, descrição de batalhas, importância de personagens e explicação de alguns ocorridos, então vou me conter em falar muito mais da história para evitar spoillers. Vamos a minhas considerações de uma vez.

Pontos negativos: Em determinados pontos do livro, o auto tenta mostrar, que todas as mitologias são diferentes visões de uma mesma coisa. Para isso, como eu já disse anteriormente, usam diversos pensadores para embasar sua teoria. Fazendo citações a mitologia grega, nórdica e egípcia dentre outras. Entendo que sejam argumentos para este pensamento, contudo, acho que ficou em excesso e a mistura chega a ficar forçada em determinados pontos.

Pontos Positivos: A mitologia criada para o livro, com um criador próprio e mesclando elementos evolucionistas com criacionismo é realmente muito interessante. É algo que tenta criar uma linha nova d pensamento que eu vejo como um meio de mexer com esse imaginário sem desrespeitar a crença de outros, já que é um assunto delicado, ainda mais para um livro de estreia De qualquer forma gostei do que foi feito e acho que ficou bastante criativa a mitologia.

Há algumas confusões e duvidas que ficaram após terminar de ler o livro, mas não acho que chegue a ser um ponto negativo. O livro terá continuações logo presumo que estas dúvidas sejam explicadas (Lost feelings).

 

Bom amigos é isso vou deixar para vocês verem ainda um recurso bacana que o autor disponibilizou. Um Teaser Trailer do livro.

Imagem de Amostra do You Tube

Caso fiquem interessados procurem dar uma olhada no site do R.L Mandu e ver como adquirir o livro.

Por Rico Correia bispo da Rainha para E7…Xeque.

Carol-Avatar

Os homens que não amavam as mulheres

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Dia 27 estreia no Brasil o filme com Daniel Craig “ Os Homens que não amavam as mulheres”, dirigido por David Fincher e com Rooney Mara como coadjuvante.
Enquanto aguardamos a estreia, podemos aproveitar e assistir a versão sueca lançada em 2009 com os atores Michael Nyqvist e Noomi Rapace, nos papéis de Mikael Blomkvist e Lisbeth Salander, respectivamente, personagens principais da trama. As críticas provenientes dos EUA onde já houve a estreia são favoráveis ao filme e elogiam muito a transformação de Rooney Mara em Lisbeth Salander.
O filme é baseado no primeiro livro da Saga Millenium de Stieg Larsson, “Os homens que não amavam as mulheres”, com título muito mais direto no original sueco “Homens que odiavam as mulheres”, fazendo jus à trama baseada em assassinos que abusavam de mulheres. O título em Inglês (A garota com tatuagem de dragão) é mais bonito e atraente, que não deixa de ser relevante uma vez que a garota em questão, Lisbeth Salander é a personagem mais interessante do livro e heroína de Larsson.
Mikael Blomkvist é o personagem central, um jornalista passando por um momento complicado, com a reputação prejudicada por um processo de calúnia e difamação aberto pelo corrupto Hans-Erik Wennerstrom, sobre quem Mikael escreveu um artigo incriminador, mas sem conseguir provar os fatos.
Enquanto isso, Mikael recebe uma proposta de Henrik Vanger, patriarca de uma família tradicional e milionária, para investigar o desaparecimento de Harriet Vanger, ocorrido décadas atrás, sem nunca terem encontrado o corpo ou descoberto qualquer notícia que esclarecesse o paradeiro da menina.
Mikael envolve-se com a família e conhece diferentes membros, alguns agradáveis e outros problemáticos e nem um pouco satisfeitos com suas investigações, que para todos os efeitos é somente para escrever sobre a história da família.
No livro assim como no filme, os personagens são em sua maioria muito caricatos e um pouco exagerados, com vilões beirando o estilo de quadrinhos.
Apesar de mostrar assassinos com problemas patológicos que os levam a cometer crimes contra as mulheres, também mostra que muitas vezes os abusos ocorrem dentro de casa, por pessoas próximas ou em situações do cotidiano.
A heroína, também exageradamente caricata é uma super-hacker com memória fotográfica, sem o mínimo de trato social. Depois de muitas passagens por hospitais psiquiátricos e lares adotivos, Lisbeth não confia em ninguém, suspeitando especialmente das autoridades e não consegue formar um relacionamento.
Uma das melhores cenas do livro e da versão sueca do filme é a vingança de Lisbeth contra seu tutor. Devido a um dos seus atos de violência e passagem pela polícia, Lisbeth não pode ter acesso ao seu próprio dinheiro e fica dependente de seu tutor para qualquer coisa. Mais um personagem abusivo que se aproveita de Lisbeth e tem o que merece mais tarde. Talvez esse seja um dos apelos da personagem. Uma mulher inteligente que sabe cuidar de si mesma e que dá o troco.
Lisbeth não sorri, mas sabe brigar, usar disfarces, hackear sistemas, encontrar informações e tem coragem para enfrentar qualquer situação. Torna-se o braço direito de Mikael e sua ajuda é fundamental para a investigação.
A saga possui mais dois livros: “A Menina que brincava com fogo”, em que a personagem de Lisbeth é mais explorada e a “A Rainha do Castelo de Ar”, todos com versões suecas em filmes.
Para quem gosta de ler, este suspense criminal é uma ótima recomendação. Depois de ler o primeiro, é inevitável continuar a saga até o fim.
Se não gosta de ler mas curte um suspense investigativo, a versão sueca do primeiro livro em filme, dirigida por Niels Arden Opley, é realmente bem adaptada e os personagens interpretados com fidelidade ao livro.
Estou aguardando a versão americana para conferir se Rooney consegue interpretar a Lisbeth que Noomi transportou para as telas tão bem.

Trailer versão sueca:

Imagem de Amostra do You Tube

 

Trailer da versão americana:

Imagem de Amostra do You Tube

 

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Análise do Livro – O Inimigo do Mundo

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Peço perdão amigos, há tempos iniciei um texto para falar desta que foi uma obra que eu adorei ter lido. Gostei tanto que me despertou a vontade de ler mais sobre historias baseadas em mundos de RPG e Graças a isto vim a conhecer as Crônicas de Dragon Lance, outro livro ótimo, mas falarei sobre elas no futuro.

Aos freqüentadores da taberna que conhecem o mundo criado por Marcelo Cassaro. Seja pelo RPG, Pelas HQs ou a Animação de Holy Avenger, já está um pouco familiarizada com o universo do livro. Um típico mundo de RPG com tudo que é preciso ter nele: diversos deuses (20 deuses maiores pra ser preciso o meu favorito é Nimb), tabernas espalhadas por todas as cidades, Guerreiros, Paladinos, Clérigos, Magos e evidentemente aventuras e mistérios a cada esquina.

O livro se concentra num grupo de aventureiros com uma formação que seria bastante peculiar se não fosse tão clássica: Dois guerreiros, um espadachim e uma arqueira que formam um interessante par romântico no livro; um mago covarde e ex membro de um circo; um clérigo minotauro devoto do deus da força; uma clériga da deusa da vida, que não pode empunhar armas nem mesmo para se defender; um paladino imortal do deus fênix; um ladino furtivo de pouca utilidade em batalhas, mas com grandes habilidades diplomáticas, uma barbara de temperamento explosivo e um samurai orgulhoso e recém chegado ao grupo por um objetivo comum a caça de um fugitivo.

Beholder

Os nove heróis estão à caça de um assassino unicamente conhecido como “Albino”, a caçada se estende por diversos reinos do mundo de Arton, fazendo monstros e lugares geralmente descritos por mestres de RPG tomar vida e serem reconhecidos nas páginas do livro. Animais mágicos, monstros como o Beholder (Observador do desenho a Caverna do Dragão), personagens e intrigas entre os deuses, ganham foco nas páginas do romance e tem sua descrição acrescentando em muito aos rpgistas e fãs das aventuras de Lisandra, Sandro e Niele.

Niele e Sandro Galtran (Holy Avenger)

Mas vamos ao que interessa (ou não) minhas considerações da Obra:

      Pontos Positivos: A história consegue perfeitamente acompanhar e desenvolver cada um dos personagens, evidentemente alguns com um pouco mais de profundidade, porém nenhum deles fica raso ou sem relevância, tem se a impressão que estamos acompanhando uma aventura de RPG, onde cada pessoa interpreta e da profundidade ao seu personagem, e assim decisões erradas, falhas e acertos críticos, estratégias de combates (combates inclusive muito bem descritos) e tomadas de decisões acontecem de formas muitas vezes inesperadas e muito próximas do que aconteceria em uma mesa de RPG.

 

      Pontos Negativos: O livro se desenrola bem e com citações muito ricas e bem elaboradas, para quem esta familiarizado com o universo fantástico de RPG, para quem conhece as funções de um clérigo, sabe as limitações de um Minotauro e entende o código de conduta e honra de um paladino, dentre outras coisas. A história se desenvolve bem e de forma empolgante, contudo quem não está familiarizado pode deixar referencias passar e não compreender o porquê de algumas ações serem tomadas.

 

Enfim amigos, eu evidentemente recomendo a leitura deste livro, da galera aqui da Taberna eu sei que o Rodrigo e o Rafa Ross também leram o livro e comentaram dele comigo (mesmo sem saber que já planejava escrever sobre ele). A leitura é ótima, fluida e recheada de ação (com movimentações muito bem descritas). Aos que se assustaram com os pontos negativos citados, recomendo que leiam mesmo assim, quem sabe o seu gosto por este universo não é despertado.

 

Por Ricardo Correia, que quer uma espada de fogo para chamar de Inferno.

Bruno Elias

Livraria Limítrofe: aqui não existe real ou imaginado

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Imagine um lugar onde você possa criar seus ambientes preferidos de livros ou quadrinhos; viver as aventuras e perigos já enfrentados pelos seus protagonistas; fugir de perigosos vilões ou monstros da literatura

 

fantástica e de terror. Se sua mente permite essa ambientação, seja bem vindo à Livraria Limítrofe.

A especial livraria, que dá nome à obra de Alfer Medeiros , é um ambiente fantástico, no qual o limite é a imaginação do frequentador. Espere referências de títulos tradicionais,

infanto-juvenil, fantástico e terror.Quanto mais rica sua leitura pregressa, mais prazerosa será sua visita à biblioteca. Na verdade, biblioteca não é a melhor descrição do local, mas a verdadeira definição tem de ser vivida pelo leitor, e não entregue aqui, nesse humilde texto.

Livraria Limítrofe é um lançamento especial da Editora Estronho, que entrega um livro sem capa, com costura das páginas à vista, com manusear diferenciado, mas perfeito para a ambientação do leitor à escrita de . Não é uma história corrida, com começo, meio e fim, mas sim uma série de pequenos contos que formam o pano de fundo para a situação vivida pelo protagonista, ou melhor, por você, leitor.

Experiência rica e única, a Livraria Limítrofe merece sua visita.

 

Por @brunnoelias que ficou apaixonado pela Livraria Limítrofe!

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