Cinema
Thor aparece e empolga!
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Deus asgardiano do trovão é humanizado e mostra que Os Vingadores pode funcionar.
Finalmente os cinemas deram as boas-vindas a Thor, herói e filme que continua o legado de Homem de Ferro e Hulk para o grande objetivo, Os Vingadores. E aqui na Taberna, com a torcida pelo sucesso da Marvel no cinema, vamos ir além do filme pipoca, e mostrar sua relação com esse cenário gigantesco.
A história
O filme se passa paralelamente em Asgard e Midgard, o reino dos humanos e para onde Thor é enviado por seu pai. Durante toda a película existe a preocupação de fortalecer uma base de motivações para as ações dos personagens, o que acaba por humanizar os tão fortes deuses dos quadrinhos para uma relação mais próxima dos humanos.
Jane Foster estuda as manifestações meteorológicas de uma pequena cidade, juntamente com seu mentor Erik Selvig e sua amiga Darcy, quando no meio de uma tempestade acabam por encontrar Thor. Nesse momento o filme justifica a presença do asgardiano na terra.
Enquanto filho de Odin e irmão de Loki, Thor se mostra muito confiante, impulsivo e até arrogante, o que culmina em sua expulsão de Asgard, pois seu pai esperava que ele fosse capaz de já ocupar o trono do maior de todos os deuses. Esse é o momento de transformação.
Na terra, sem seus poderes, Thor aprende a conviver com os humanos e a respeitar sua condição de fraqueza. Esse é o ponto forte e fraco do enredo. A transformação do comportamento de Thor mostra uma importante humanização do personagem, mas que acontece em alguns dias. Essa passagem de tempo pode até ficar despercebida, pois o filme é recheado de cenas de ação e humor simples. No fim das contas, é uma história envolvente que embarca o público e prende a atenção até o último minuto.

As interpretações e os personagens
Em Thor existem duas divisões muito claras: os deuses e os humanos. Os atores mostram isso em suas interpretações, com destaque para Odin (Anthony Hopkins), Loki (Tom Hiddleston), Thor (Chirs Hemsworth) e Jane (Natalie Portman), em ordem de excelência.
Quando Odin fala, seus súditos e o público presta a devida atenção, mostrando a presença do Pai de Todos. A atuação de Thor é divertida, mas ganha especial destaque na relação com Loki, responsável por cenas memoráveis, tanto em Asgard quanto na Terra. Jane é o componente humano, a ligação do público com o cenário fantástico do filme.
O elenco em geral foi responsável por dar vida a história, pois é tudo muito fantástico e grande para o padrão Homem de Ferro e Hulk, aqueles que deram condições ao deus asgardiano de aparecer na telona. E o cenário é um show a parte.

Asgard e Midgard
Como explicado por Thor ao seu interesse romântico, Jane, o universo é organizado na forma de uma árvore, e seus ramos ligam todos os planos, e o nosso presente interesse está em Asgard e Midgard, a Terra. A representação terrena é simples, em uma cidade pequena e interiorana dos Estados Unidos. Esse cenário amplifica a magnitude de Asgard.
No reino dos deuses, as construções são gigantescas, tecnológicas e fantásticas, criando um meio-termo entre o medieval e as invenções do Stark. Além do castelo de Odin, a Ponte do Arco-Íris, caminho que leva até o portal guardado por Heimdall, que permite a viagem aos outros planos, é um show a parte. Multicolorida, a ponte tem como fundo o universo e suas estrelas, criando um belo cenário, que mesmo digital, é crível.
Outra representação de localidade importante é o reino dos gigantes de gelo, responsáveis por boa parte da trama. Vivendo em exílio, essa raça mostra uma imponência antiga em um cenário decrépito e gelado. A caracterização dos locais ficou excelente, mas deixou Midgard bem simples e “mundana” na relação com os outros reinos. Mas essa deve ser a intenção da Marvel, para viabilizar a execução de seu grande plano.

A relação com Os Vingadores
O filme de Thor é um presente para os fãs. Existem menções aos outros heróis bem colocadas nos diálogos do filme, além da presença de Clint Barton, o herói Gavião Arqueiro. Também marcam presença o já frequente Stan Lee, e o roteirista J. Michael Straczynski.
Próximo do final do filme, Thor firma uma aliança de honra com o agente Coulson, interpretado por Clark Gregg, que está mais presente nesse filme, trazendo a Shield para o centro de ações e possibilitando a construção de Os Vingadores.
Outro ponto que mostra a ligação de Thor com Capitão América e Os Vingadores, é a cena pós-créditos. Nela, vemos a relação de Asgard com Midgard, e também um importante objeto de poder no cenário Marvel.
Com Thor sendo um bom filme, seja para comer pipoca ou para interação com o cenário maior, resta esperar o principal Vingador, Capitão América, no meio do ano.
Brunno Elias aprovou Volstagg, mas gostaria que ele fosse gordão como nos quadrinhos.
Um passeio aéreo com Rio!
3Carlos Saldanha consegue arrebatar o público com uma história de liberdade em um cenário muito colorido.
Rio é um filme de estereótipos.
Prepare-se para ver o brasileiro retratado como sempre para o público americano. Mas quer saber?! É desse jeito que o brasileiro é mesmo, o problema é que podemos tirar sarro dos outros e de nós, mas quando falam da gente, a figura muda e o brasileiro fica muito irritado. Se você se estressa quando falam que nossas mulheres são lindas, com quadris avantajados e que todos gostam de samba, talvez esse texto não seja para você. Mas se entende a piada e gosta da brincadeira, seja bem vindo!
Tudo muito colorido
A primeira cena de Rio é arrebatadora. Um cenário colorido, demonstrando que o diretor e roteirista Carlos Saldanha teve muito trabalho para criar a atmosfera animada do filme, que difere das aventuras na Era do Gelo e do próprio esquilo Scratch.
Rio é animo! Mas isso acaba… A história gira em torno da pequena ave azul que mais tarde é batizada de Blu, que ao ser sequestrado no Brasil por traficantes de animais, é levado aos Estados Unidos e acaba adotado por Linda. A amizade cresce entre os dois, e após 15 anos o pesquisador brasileiro Túlio descobre a ave e revela que é o último macho da espécie, e que uma fêmea o espera no Brasil.
A aventura toma forma mesmo é no país tropical, com participação de traficantes de animais, aves, cães e escolas de samba. Isso mesmo! O filme tem muito samba.
A produção
O diretor revelou que precisou trazer os artistas que realizavam o filme para captar as sutilezas do Rio, e foi durante o carnaval. Experiência importante, pois se tem a sensação de ser um filme vivo, emocionante, com torcida pelo mocinho encontrar sua liberdade roubada e conquistar a fêmea rebelde. É, a história não é o forte.
Uma obra bem conduzida
Como dito pelo meu colega Marcelo Salgado , em trocas de twittes, “o filme é bem conduzido”. Realmente, não é uma obra inovadora. A história é manjada, velha conhecida do público com mais de 15 anos, mas talvez esse não seja o ponto mais importante. Veja o exemplo de Avatar do James Cameron…
Se o importante for a capacidade de envolver o público, prender a atenção, seja com cenários belíssimos ou personagens cativantes, a missão foi cumprida! Se a idéia é uma obra shakespeariana, melhor largar mão.
O filme chegou ao Brasil com cópias normais e em 3D, e nesse caso vale à pena optar pela tecnologia mais atual. O filme ganha mais vida com o 3D, que foi bem aplicado e oferece uma boa experiência de imersão. Também vieram cópias legendadas e dubladas, e talvez a sua preferência não seja o mais importante.
Com a dublagem, o filme fica nacional
Rio é recheado de músicas, principalmente samba. Imagina isso em inglês?! A dublagem está ótima e as falas não somem em meio aos sons de cenário. A interpretação nacional nas vozes dos personagens ficou crível e muito bem sincronizada. Não consigo imaginar motivos que descredenciem a opção pelo dublado, pois esse trabalho transformou Rio em uma obra nacional e deixa a história próxima do público. No cinema, pude ver adultos se deliciando com o filme e crianças se divertindo com a trupe principal e morrendo de medo do vilão Nigel, interpretado por Guilherme Briggs.
A recomendação da equipe da Taberna do Smok é: vá ver Rio, em 3D e dublado. Para ficar melhor, leve alguma criança ou sente-se perto de uma, e aprenda a maravilhar-se com essa obra sem preconceito.
Por: Brunno Elias que tem medo de aves canibais.
HP 7 – Final com gostinho de quero mais…
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O Primeiro filme que contará o final da saga do bruxo Harry Potter chega aos cinemas de forma espetacular. Harry Potetr e As Relíquias da Morte Parte 1 já arrecadou mais de $300 millhões de dólares até o momento.
Nesta primeira parte do filme vemos algo que, pra quem não acompanhou os livros, já é uma mudança e tanto; o cenário principal do filme já não é mais Hogwarts. Na minha opinião isso já da um ar de seriedade ao longa metragem, transmitindo a sensação de que os fatos ocorridos nos filmes anteriores não passaram em branco e neste você vê o resultado deles em um ambiente soturno e nada amigável, como estávamos acostumados. Não ter a segurança de um ambiente amigável como nos outros episódios pode gerar um estranhamento a alguns fãs da série, mas creio que este tenha sido o elemento que tornou o filme ainda mais bem aproveitado.
Desta vez, Harry (Daniel Radcliffe) Ron (Rupert Grint) e Hermione (Emma Watson) saem pelo mundo em busca das Horcruxes que, se destruídas, causam a enfim morte do vilão da série – Lord Voldemort – porém, durante sua aventura eles descobrem que isso não será tão fácil tomando conhecimento das relíquias da morte, o que elas são capazes de fazer e que, é claro, Lord Voldemort está atrás delas. Um filme que promete ação do começo ao fim mas que, infelizmente, tem uma queda logo no meio ao tentar se pautar mais uma vez em relacionamentos amorosos entre os protagonistas. Ainda assim, tal queda era necessária para culminar em uma das melhores cenas do filme, a da destruição de uma das Horcruxes.
A vantagem dos ambientes diferenciados também se mostrou útil na interpretação dos atores que, na minha opinião, foi a melhor de todos os filmes até agora. Não por terem
vencido pelo cansaço depois de tantos filmes com interpretações medianas, mas, creio que, a oportunidade de demonstrar um tipo de interpretação que vai alem do básico que já conhecíamos nos longas anteriores foi crucial para mostrar ao espectador que aquela já não era mais a historia infantil de sempre e nem uma comédia romântica como ficou aparente no último filme da série.
Um outro ponto que vale a pena ser ressaltado em Harry Potter 7 é a direção de arte do filme; se fosse para eu dar uma cor a ele (isso mesmo, uma cor) essa seria cinza. Sim, o longa metragem abusa dos tons cinzas para passar um aspecto de guerra bem semelhante aos filmes sobre a 2ª Guerra Mundial, mas também não deixa de fora tons mais apáticos, para passar, em certos momentos, um pouco de segurança, além do vermelho utilizado para o sangue que, para mim, foi o detalhe de realismo que faltava nos filmes.
Por fim, ótimas interpretações e efeitos mais do que espetaculares formam Harry Potter e as Relíquias da Morte – parte 1. Creio que um dos primeiros filmes a deixar um gostinho de quero mais nos olhos de quem sai do cinema, pena que esse foi deixado somente agora, no final da saga.
Por que assistir Alice no País das Maravilhas?
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Pelo Johnny Depp?
Por ser Tim Burton?
Por ter a trilha de Danny Elfman?
Enfim…
Lançado nos EUA em 5 de Março de 2010 e no Brasil em 21 de Abril de 2010, Alice no País das Maravilhas já arrecadou mais de 300 milhões em todo o mundo, só seu fim de semana de estréia superou Avatar tanto no Brasil quanto no mundo!
Mas isso é muito fácil de justificar, Avatar não tinha Johnny Depp no pôster!
Pronto!
Brincadeiras a parte, Alice no País das Maravilhas é um grande filme, criaturas incríveis, trilha empolgante, e ótimas atuações, mas para os mais críticos o filme não foi tudo isso.
Tim Burton conhecido por todo um estilo próprio de estética em filmes, diretor de grandes filmes como Edward Mãos de Tesoura, O Estranho mundo de Jack, o Primeiro Batman entre outros pareceu um pouco mais cauteloso neste filme, e dizer que ele fez isso por Alice ser uma historia infantil não é certo, O Estranho Mundo de Jack era infantil e deixou muita criança com medo. Existe uma teoria de que a própria Disney não tenha deixado Burton trabalhar com todo o seu potencial, já outra teoria diz que ele já não é mais o mesmo.
Mas acima de tudo o elenco ajudou e muito para o sucesso do filme.
Como o Chapeleiro Maluco, Johnny Depp (Piratas do Caribe, Cry Baby e Sweeney Todd)
Como a Rainha de Copas, Helena Bonham Carter (Clube da Luta, Harry Potter e Sweeney Todd)
Como Rainha Branca, Anne Hathaway (O Diário da Princesa, Noivas em Guerra e O Diabo Veste Prada)
Na voz da Lagarta, Alan Rickman (simplesmente o Snape de Harry Potter)
E como Alice, Mia Wasikowska (Morte Súbita)
É eu sei você deve estar se perguntando, quem diabos é Mia Wasikowska?
Talvez esse tenha sido o erro de Tim Burton uma atriz tão pouco explorada como protagonista, talvez seja por isso que Johnny Depp tenha tido tanto destaque.
È certo pensar então que (em personagens) o Chapeleiro Maluco esta para Alice assim como o Coringa estava pra Batman em Dark Knight?
Sobre o filme, muito a falar.
Alice foi uma obra escrita por Lewis Carroll e é composta por dois livros Alice no País das Maravilhas, e sua seqüência Alice Através do Espelho. Os roteiristas do filme foram muito felizes em se concentrar não em fazer uma releitura do clássico de animação da Disney, mas sim misturar as duas histórias criando algo totalmente novo.
ATENÇÃO SPOILER!
Selecione o texto abaixo caso queria receber um spoiler na cara, se não pode continuar lendo sem medo.
Na minha opinião o filme deveria se chamar “De volta ao País das Maravilhas”
Apesar de certos momentos anticlímax, Alice é um ótimo filme, pra toda a família, personagens carismáticos, grandes efeitos, porem pouco humorado, mas creio que esta era a intenção.
O filme acaba se tornando em certos momentos, uma grande mistura dos universos de “As Crônicas de Narnia” e “O Senhor dos Aneis“.
Então, por que assistir Alice no País das Maravilhas?
Por que é filme de verão (americano) e de momento, Alice infelizmente não tem potencial para ser um filme lembrado para sempre na historia do cinema nem na carreira de Tim Burton, tal qual Avatar você gostando ou não.
Mas é um bom passa tempo de final de semana.
Então vá assistir enquanto há tempo, e sem medo!
Alice no País das Maravilhas, com Johnny Depp.
Eu recomendo.
Nota 8,5
Veja abaixo imagens do filme!
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TOP 5 – BRUCUTUS DO CINEMA!
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Jason Michael Statham tem 37 anos e é de Londres. Bom, nada de Wikipedia, o cara está no 5º lugar por ser o Brucutu da nova geração. Em um mundo onde filmes de brucutus não estão em alta como antigamente, esse cara faz bonito, emplacou sucessos como Carga Explosiva e suas continuações, Adrenalina, Corrida Mortal e mais recentemente no novo filme de Silvester Stalone, Os Mercenários. Faz o tipo brucutu calado, em seus filmes a interpretação fica por ultimo, já as coreografias de luta são de tirar o fôlego. O mais impressionante é você imaginar que um cara desse é ex-mergulhador olímpico! Será que ele chutava bundas embaixo d´agua?




























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