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Ghostbusters – Os Caça-fantasmas

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Há 28 anos Ghostbusters (Os Caça-Fantasmas) foi produzido por Ivan Reitman e os que eram crianças na época, enlouqueceram com os efeitos especiais e aquele monte de geleia de diferentes cores, os gadgets engraçados e a caça aos fantasmas. Assim como os adultos da época, as crianças que cresceram, hoje podem curtir também os diálogos engraçados e humor bizarro.
Bill Murray, que estava no topo, interpretava Peter Venkman, Doutor em Psicologia e Parapsicologia, envolvido com pesquisa até formar Os Caça-Fantasmas com seus colegas Dr. Ray Stantz (Dan Aykroyd) e Dr. Egon Spengler (Harold Ramis), também cientistas.
Dr. Ray hipoteca sua casa para que possam começar o negócio e alugam um antigo quartel do corpo de bombeiros como base. A princípio estão quebrados, mas a fama logo chega e ficam conhecidos por Nova York, quando contratam Winston (Ernie Hudson), o quarto caça-fantasmas.
A mocinha da história, possuída por um dos fantasmas do passado é Dana (Sigourney Weaver), que sofre as constantes cantadas baratas de Dr. Peter.
A princípio, o papel de Dr. Peter foi criado por Aykroyd para seu amigo John Belushi, que faleceu em 1982 e Bill Murray foi convidado com seu humor ácido e improvisação.
Definitivamente um dos melhores filmes de comédia dos anos 80, transformado mais tarde em desenho animado e games.
Além do ótimo trabalho do elenco, os efeitos especiais e os detalhes de produção contribuíram muito para que se tornasse um clássico, assim como ótima produção e o excelente script escrito por dois dos atores do filme, Aykroyd e Ramis com muita originalidade. Os quatro caça-fantasmas são bem diferentes. Dr. Peter era o convencido sedutor, um espertinho. Dr. Ray era mais tímido e atrapalhado e Dr. Egon o mais geek de todos. Winston era o cara legal e bem-humorado.
Todos se lembram de Rick Moranis, aquele de “Querida encolhi as crianças”, cujo papel em Ghostbusters só poderia ser dele, o vizinho estranho de Dana, que acaba possuído pelo fantasma “Guardião”.
No começo do filme, quando ocorre uma das primeiras aparições fantasmagóricas no apartamento de Dana, vemos um pacote sobre o balcão com o logo do Stay Puft Marshmallow Man, que no final apocalíptico, aparece em forma gigante, possuído pelo fantasma demoníaco Gozer.
Esse homem de marshmallow virou mania assim como todos os itens do filme, desde o carro desengonçado dos caça-fantasmas até as camisetas com o famoso logo.
Apesar de antigo, continua sendo divertido e estão dizendo por aí que o terceiro filme vai ser lançado logo, com Bill Murray e Sigourney Weaver. O único problema é que os efeitos não serão bizarros como antigamente, perdendo já de cara uma parte da diversão.

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Blade Runner – Um filme atemporal

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Los Angeles no futuro de 2019. Luzes de neon. Decadência. Umidade.
Rick Deckard, interpretado por Harrison Ford, é um Blade Runner, um policial especializado em caçar replicantes, que são humanos artificiais, quase indistinguíveis dos reais, contudo possuem memória implantada e vivem apenas quatro anos, característica colocada como forma de controlá-los. Fabricados pela poderosa Corporação Tyrell e tratados como escravos pela sua capacidade física, foram banidos para colônias extraterrestres e relegados a trabalhos como mineração ou prostituição.
Deckard está aposentado, mas aceita o trabalho de procurar quatro replicantes rebeldes soltos por Los Angeles: Pris (Daryl Hannah), Zhora (Joanna Cassidy), Leon Kowalski (Brion James), e seu líder Roy Batty (Rutger Hauer)
Enquanto investiga e “aposenta” os fugitivos, Deckard começa compreender que os desejos e emoções que motivaram o replicantes são muito parecidos com os seus próprios.
Liderados por Batty, os replicantes desejam mais vida e invadem a Corporação Tyrell para pedir ao seu criador que lhes conceda uma extensão, na esperança de driblar a morte e suas limitações. Em uma batalha com Batty, clímax do filme, Deckard percebe que seu próprio desejo de sobrevivência não é diferente daquele dos replicantes que aposentou.
Apesar do cenário futurista, do suspense investigativo e do estilo de filmes noir dos anos 40,que combinaram muito bem, o diretor Ridley Scott trouxe um filme atemporal, com uma complexidade temática questionando a natureza da memória, identidade, condição humana, existência e morte. A cena em que Rachael, uma replicante que não consegue acreditar que não é humana realiza um teste Voight-Kampff é uma das mais emocionantes e demonstra o questionamento do filme. Rachael é assistente de Tyrell e possui a memória de sua sobrinha, motivo pelo qual é difícil convencê-la de que é uma replicante.
Rachael é interpretada por Sean Young, atriz de beleza diferente, altamente cotada na época, antes de destruir sua carreira pela arrogância e difícil trato em sets de filmagens.
Além de ser um filme a ser apreciado com uma visão questionadora, não somente ‘assistido’, telespectadores podem estranhar um Harrison Ford fora daquilo que costumamos conhecer, sempre ativo e dinâmico, interpretando um personagem quase inanimado, e um desenrolar da trama um pouco lenta. Ambos os fatos são intencionais, demonstrando ao longo dos acontecimentos, que os humanos passaram a adquirir características androides e estes, por sua vez, adquiriram características humanas.
Feito anos antes dos efeitos digitais tornarem-se comuns, o espetáculo visual impressiona e continua influenciando a indústria de filmes e games. Na época do lançamento, Blade Runner foi muito criticado por falhas de lógica, final meloso e uma dublagem lamentável da voz de Harrison Ford. Mais tarde, com a versão do diretor, cenas foram recolocadas, o final alterado e a dublagem eliminada. Além disso, houve uma sugestão de que Deckard era também um replicante, o que acrescentou mais ironia e discussão sobre o filme.
Poucos filmes de ficção científica foram tão analisados e debatidos como Blade Runner. Através dos olhos de Deckard, o filme ilustra como memória, desejos e emoções formam o consciente, e como a necessidade de extrapolar nossos confinamentos espirituais e físicos nos define como humanos

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Filme: Cavalo de Guerra – Lindo, corajoso e fiel

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Baseado no conto infantil de Michael Morpurgo, Steven Spielberg dirige este filme que mistura a guerra com o apego de um menino pobre por um animal, temas já trabalhados exaustivamente por Hollywood e que ainda são a receita certa para sucesso.
O cavalo em questão, Joey, é um lindo puro sangue (ou quase), arrematado num leilão na Inglaterra rural, pelo fazendeiro Ted Narracott num rompante de teimosia, quando deveria ter escolhido um cavalo mais robusto para o trabalho na lavoura.
Prestes a perder a fazenda, o filho adolescente do fazendeiro, Abert (Jeremy Irvine), resolve treinar o cavalo para que possa aceitar ordens e arar o campo. Com isso, cavalo e menino formam uma amizade e uma ligação muito forte.
Apesar dos esforços, a plantação não vinga e Ted é obrigado a vender o cavalo para não perder a fazenda.
Para desgosto de Albert, Joey vai para a Primeira Guerra Mundial com o exército Inglês e o filme passa a mostrar diversos momentos em que o cavalo demonstra sua coragem e “inteligência”, assim como vidas que foram afetadas não só pela guerra como pela amizade do animal, sempre obstinado e corajoso.
A partir desse momento, ficamos esperando para descobrir se Joey sobrevive à guerra e se reencontra Albert.
Spielberg não economizou no pôr-do-sol à la “O vento levou” e cenas grandiosas como quando Joey finalmente consegue arar o campo de terreno rochoso quando todos tinham perdido as esperanças, e muitas outras no campo de batalha, obrigando inclusive que dois soldados de exércitos rivais dessem as mãos.
Essas cenas são alguns exemplos da sequência de momentos emotivos que Spielberg fez questão de colocar, num filme mais sobre lições de amizade, lealdade, respeito, persistência e moral do que sobre história.
No final das contas, é muita doçura. Tão doce que o público não consegue resistir.
Resta saber se leva a estatueta do Oscar este ano.

Teaser trailer legendado:

Imagem de Amostra do You Tube

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The Sopranos – A Família Redefinida

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Depois de muito ouvir comparações de Boardwak Empire com The Sopranos, resolvi conferir e de uma vez só assisti às seis temporadas, que foram exibidas entre 1999 e 2007.
Ambas são ótimas produções da HBO e tratam sobre a máfia, contrabando, cobrança de favores, homens poderosos e muita morte.
Contudo, em Boardwalk, a fotografia é mais bonita, pela contextualização histórica, e não acredito que possa ser chamada de uma série sobre a máfia ainda, pois o crime está começando a ser organizado, ao contrário de The Sopranos, que mostra a vida do Capo Tony, que chefia uma “família” de mafiosos de New Jersey.
The Sopranos elabora um pouco mais os conflitos familiares tanto do chefe como dos capitães, seus subordinados. Durante toda a série, Tony frequenta o consultório de uma psicóloga, e acredito que tenha ensinado à terapeuta muito mais do que aprendeu e conseguiu colocar em prática.
Além de muito caricatos tanto no vestir como no falar, os personagens principais são em maioria homens. As mulheres fazem mais o papel de esposas numa comunidade Italiana extremamente religiosa, que considera o casamento sagrado, mas não impede que os maridos tenham amantes, as chamadas “gumar” e ignorem as leis de não matar e não roubar. Qualquer negócio ilícito que possa gerar lucro, é bem-vindo: comandar a coleta de lixo, as construções civis, drogas, pirataria ou roubo de cargas.
The Sopranos não é para os fracos. Quando menos se espera, um lugar está explodindo, uma cabeça é esmagada, e há muito sangue e linguagem agressiva sempre.
Dentro da “família” comandada por Tony, observa-se que apesar do respeito, há uma sensibilidade, uma tensão no ar.
Um drink rejeitado é motivo de se começar uma rixa interminável.
Um capitão não chora. Se chorar em público e envergonhar a família, morre.
Faça uma piada sobre a esposa de alguém e morra.
Se virar gay, morre.
Se começar a encher o saco, morre.
Se atrapalhar os negócios da família, morre.
Se passar perto de federais, buon’anima. Descanse em paz.
Muitas vezes Tony procura evitar as mortes, porém é cobrado o tempo todo pelos capitães para que faça “justiça” e mantenha o respeito.
Se amolecer, pode incitar uma revolta e acabar morto também, ou perder a liderança.
Tony passa o tempo todo tomando decisões e resolvendo conflitos tanto de sua família de mafiosos quanto de sua esposa, filhos, sua mãe bipolar e seu tio senil.
Creio que se investiu muito no conceito de macho-alfa nesta série. Afinal, o Capo não é exatamente um homem lindo e sexy, e apesar disso, é irresistível para as mulheres e temido pelo seu bando. O poder é realmente afrodisíaco.
Além de extremamente viciante pela trama e pelo suspense, ainda há aquele infindável banquete de todo tipo de comida italiana regada a vinhos de alta qualidade.

Salute!

***

“Você vale o quanto havia no último envelope de dinheiro que entregou.”
(Silvio Dante, consigliere de Tony Soprano, informando quanto vale um capitão da máfia.)

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Indicações ao OSCAR 2012

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Em 26 de Fevereiro, poderemos acompanhar a cerimônia da 84ª edição do OSCAR, exibido pela TNT a partir das 22h com apresentação de Billy Crystal pela nona vez. Para quem gosta de acompanhar a chegada dos artistas, o pré-show começa às 20h30.

Confira as indicações abaixo:

Melhor filme

Cavalo de guerra (War Horse) TRAILER
Adaptação para os cinemas do livro de Michael Morpurgo e aclamado espetáculo da Broadway. Dirigido por Steven Spielberg, trata-se de um drama/aventura sobre amizade ambientado na Primeira Guerra Mundial.

O artista (The artist) TRAILER
Comédia romântica dirigida por Michel Hazanaviciu. Produzido na França, o filme é em preto e branco e mudo. Acompanha o astro do cinema mudo George Valentin (Jean Dujardin), sua preocupação com a chegada do cinema falado e seu amor pela bailarina Peppy Miller (Bérénice Bejo).

O homem que mudou o jogo (Moneyball) TRAILER
Baseado no livro “Moneyball: The art of Winning an Unfair Game” de Michael Lewis, é um drama dirigido por Bennett Miller e estrelado por Brad Pitt como Billy Beane, gerente do time de baseball Oakland Athletics que dribla a falta de dinheiro criando um programa inovador para que o time obtivesse sucesso. Baseado em fatos reais.

Os descendentes (The Descendents) TRAILER
Dirigido por Alexander Payne (Paris, Te amo).
George Clooney interpreta um milionário que tenta aproximar-se de suas filhas após um grave acidente de barco com sua esposa.

A árvore da vida” (The tree of life)
Ambientado nos anos 50 e dirigido por Terrence Malick. A trama é centrada na família do casal O’Brian, com três filhos. Após a morte de um dos irmãos, Jack (Sean Penn) sofre grandes transformações.

Meia-noite em Paris (Midnight in Paris)
Comédia romântica escrita e dirigida por Woody Allen sobre o casal Gil e Inez que estão noivos e descobrem diferenças em uma viagem a Paris. Caminhadas diárias de Gil o levam a descobrir Paris, mas o distanciam de sua noiva. Estrelado por Owen Wilson, Rachel Adams e Kathy Bates.

História cruzadas (The Help) TRAILER
Dirigido por Tate Taylor e ambientado em uma pequena cidade do Mississipi nos anos 60, durante o Movimento dos Direitos Civis. Emma Stone interpreta uma jovem que ao voltar à cidade para ser escritora, começa entrevistar mulheres negras, procurando descobrir sobre seus desafios diários e como enxergavam seus patrões brancos.

A invenção de Hugo Cabret (Hugo) TRAILER
Filme com 11 indicações dirigido por Martin Scorsese e adaptado do livro infantil ‘The Invention of Hugo Cabret” de Brian Selznick.
Hugo é um órfão que vive nas paredes da estação de trem e guarda um robô quebrado. Faz amizade com Isabelle e descobre-se em um mistério envolvendo seu falecido pai.

Tão forte e tão perto (Extremely Loud and Incredibly Close)
Oskar Schell é um garoto gênio. Com apenas 9 anos desenha jóias, toca pandeiro, interpreta Shakespeare, é inventor e pacifista. Tom Hanks interpreta o pai do garoto e foi morto nos atentados de 11 de setembro. Ao encontrar uma chave num envelope no armário do pai, Oskar busca a fechadura correspondente por anos.
Dirigido por Stephen Daldry e escrito por Eric Roth.

Melhor ator

Demián Bichir – “A better life”
Drama dirigido por Chris Weitz, ambientado em uma comunidade hispânica e com a maioria do elenco também de hispânicos. Explora a cultura e geografia de Los Angeles ao acompanhar um jardineiro que tenta manter o filho longe de gangues.
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George Clooney – “Os descendentes”

Jean Dujardin – “O artista”

Gary Oldman – “O espião que sabia demais”
(Tinker, Tailor, Soldier, Spy)
Suspense dirigido por Tomas Alfredson e roteiro de John Le Carré (cujo best-seller inspirou o filme) e Peter Straughan.
Gary Oldman interpreta um veterano do Serviço Secreto Inglês contratado para descobrir um agente duplo durante o fim da Guerra Fria.

Brad Pitt – “O homem que mudou o jogo”

Ator coadjuvante

Kenneth Branagh – “Sete dias com Marilyn” TRAILER
(My Week with Marylin)
Filme sobre a relação tensa entre Marilyn e Sir Laurence Olivier durante as filmagens de “O Príncipe Encantado”.

Jonah Hill – “O homem que mudou o jogo”

Nick Nolte – Guerreiro
(Warrior)
Nolte interpreta um ex-boxeador alcólatra que treina o filho para uma competição de MMA.

Max Von Sydow – “Tão forte e tão perto”

Christopher Plummer – “Toda Forma de Amor”
(Beginners)
Após a morte da esposa e acometido pelo câncer, Hal passa a viver uma vida diferente que inclui uma relação homossexual aberta.

Melhor atriz

Glenn Close – “Albert Nobbs”
Close interpreta uma mulher que se passa por homem para trabalhar e sobreviver na Irlanda do século 19. Dirigido por Rodrigo Garcia.

Viola Davis – “Histórias cruzadas”

Rooney Mara – “Os homens que não amavam as mulheres”
Clique aqui para ver sinopse e trailer

Meryl Streep – “A dama de ferro” TRAILER
(The Iron lady)
Drama sobre Margaret Thatcher, ex-premiê Britânica, que enfrentou o preconceito por envolver-se em um ambiente considerado masculino e que tomou medidas impopulares para recuperar a Inglaterra. Dirigido por Phyllida Lloyd.
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Michelle Williams -”Sete dias com Marilyn

Atriz coadjuvante

Octavia Spencer – “Histórias cruzadas”
Bérénice Bejo – “O artista”
Jessica Chastain – “Histórias cruzadas”
Janet McTeer – “Albert Nobbs”
Melissa McCarthy – “Missão madrinha de casamento”
(Bridesmaids)
Madrinha e padrinho de casamento competem para descobrir quem é o melhor amigo da noiva.

Outras indicações:

Melhor roteiro original

“O artista”
“Missão madrinha de casamento” (Bridesmaids)
“Margin Call”
“Meia-noite em Paris”
“A separação”

Trilha sonora original

“As aventura de Tintim” – John Williams
“O Artista” – Ludovic Bource
“A invenção de Hugo Cabret” – Howard Shore
“O espião que sabia demais” – Alberto Iglesias
“Cavalo de guerra” – John Williams

Melhor animação

“A Cat in Paris”
“Chico & Rita”
“Kung Fu Panda 2″
“Gato de Botas”
“Rango”

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