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Análise do Livro – Cronicas dos Senhores do Castelo ( O Poder Verdadeiro)

abril de 2012 Postado por Rico COMENTÁRIOS (3)

 

Pois bem amigos

 

Vamos começar direto, galera Gamer da Taberna, jogaram Fable? Foi mais ou menos como eu me senti, porém é um universo um pouco mais expandido, e um tanto quanto misturado, com Star Trek ( ou Star Wars estou em duvida ainda) e Forgotten Helms. Meio capa e espada com um leve toque Western tem ainda uma parcela e uma boa parcela de Aliens na historia . Confuso? Calma nem tanto, neste ponto a história ficou bem justificada com um simples fato, é uma realidade completamente diferente da nossa.

Fica difícil explicar o Multiverso então vou pegar um trecho.

 

“Em um passado longínquo, um conflito épico foi travado em todo o Multiverso. Para garantir o futuro e o equilíbrio de todos os reinos, um grupo de combate especial, chamado Senhores de Castelo, foi criado. Depois de anos de guerras devastadoras, os Senhores de Castelo conquistaram a vitória e por mais de três milênios zelaram pela harmonia e pela prosperidade nos quatro quadrantes do Multiverso.”

 

            Alguns amigos frequentadores desta taberna como o Nerdanderthal já haviam me falado a respeito do livro no twitter, então entrou na lista de leitura e eis aqui o review dele. O multiverso já é razoavelmente famoso nas internetes, tem alguns fãs e já projetos de livros futuros (como a capa já deixa bem clara com sub titulo O Poder Verdadeiro livro 1).

Como eu já citei acima, a aceitação de um mundo, onde pistoleiro, magos, espadachins e princesas andam lado a lado se facilitou com a ideia de que me lembrou da estrutura de, foi só incluir Autômatos e Alienígenas, fadas e insetos gigantes que ficou mais fácil, mas realmente foi necessário um exercício de esquecer todas as minhas bases e abrir os braços pra uma mitologia semelhante ao que eu já conhecia, mas abordada toda de uma vez de uma forma bem nova.

Este primeiro livro, tem uma historia com alguns clichês pra falar a verdade, mas isso não diminui a diversão da historia. É um livro curto e com uma leitura muito rápida e bem dividida (pelo menos pro meu gosto) com capítulos curtos que facilitam caso você tenha de parar de ler, e mesmo com clichês há ainda alguns pontos inesperados.

 

Pontos Fracos: No livro há muitos personagens bons, personagens que tem muito potencial para serem cativantes ou odiáveis, mas isto não é explorado e fica só no potencial. Nem mesmo os Senhores do Castelo presente no livro se mantém nesta constância, às vezes são menos sensacionais e cativantes do que deveriam ser, são ótimos personagens que eu acho que serão (pelo menos torço para que sejam) melhor desenvolvidos nos livros que virão da serie.

Pontos Fortes: Amigos eu gosto de armas especiais (principalmente espadas), gosto itens mágicos elaborados e diferentes, e sinceramente neste quesito o livro não deixa a desejar, desde armas simples como os bastões de combate, até itens elaborados como manoplas, são todas armas extremamente incríveis e até criativas. E outro ponto que achei excelente é a ambientação, já citei isso no primeiro paragrafo, mas vale citar novamente, caso você consiga se desapegar de pré-conceitos, o ambiente fica muito agradável e com uma fantasia e mitologia única.

 

Bom amigos por fim eu vou salientar mais uma coisa legal, há um site sobre o multiverso em si e onde é explorado e incentivado a criação de forma colaborativa de historias do Multiverso, há alguns contos e blog muito interessantes, que vale a pena ser lido tanto quanto o próprio livro.

 

Por Ricardo Correia, que desistiu de Malas para viajar, o negócio é Jóias de Landrakar.

Análise do Livro – A Ordem Dos Lendários

março de 2012 Postado por Rico COMENTÁRIOS (0)

 

 

 

Amigos estou de volta.

 

Desta vez eu trago um livro que achei interessante por uma série de fatores, mas acho que o principal é por se tratar de um livro feito por um autor nacional de forma quase que independente.

Acho que a maioria dos amigos que costuma ler muito, jogam RPG e /ou escrevem, tem o sonho de um dia ver um livro seu publicado e pode ler seu nome na capa desta obra. Com base nisto resolvi fazer tudo que está ao meu alcance: Ler de forma imparcial e dar minha opinião sincera sobre a obra.

O nome do livro é A Ordem dos Lendários e o início das atividades do promissor escritor paulista R.L. Mandu. É o primeiro livro de uma série, a história se desenrola num futuro pós-apocalíptico e o cataclismo que deu quase que fim na humanidade e no planeta foi uma terceira guerra mundial com envolvimento direto de figuras que personificam o Bem e o Mal. De um lado se encontra o Lendário Elemental e do Outro uma figura que responde unicamente pelo nome de Khaos.

A narrativa se concentra na passagem das informações para crianças selecionadas, de tudo que se desenrolou na formação e crescimento e transformação de um cara comum no Lendário Elemental. Para tanto no decorrer do livro diversos caminhos de ensinamento são abordados desde citações a Confúcio que explicam o porquê passar estas informações para estas crianças “Estude o passado, se quiseres adivinhar o futuro” até pensamentos desenvolvidos pelo famoso Samurai Miamoto Musashi.

O livro conta com muitas informações que devem ser descobertas com a leitura em si, descrição de batalhas, importância de personagens e explicação de alguns ocorridos, então vou me conter em falar muito mais da história para evitar spoillers. Vamos a minhas considerações de uma vez.

Pontos negativos: Em determinados pontos do livro, o auto tenta mostrar, que todas as mitologias são diferentes visões de uma mesma coisa. Para isso, como eu já disse anteriormente, usam diversos pensadores para embasar sua teoria. Fazendo citações a mitologia grega, nórdica e egípcia dentre outras. Entendo que sejam argumentos para este pensamento, contudo, acho que ficou em excesso e a mistura chega a ficar forçada em determinados pontos.

Pontos Positivos: A mitologia criada para o livro, com um criador próprio e mesclando elementos evolucionistas com criacionismo é realmente muito interessante. É algo que tenta criar uma linha nova d pensamento que eu vejo como um meio de mexer com esse imaginário sem desrespeitar a crença de outros, já que é um assunto delicado, ainda mais para um livro de estreia De qualquer forma gostei do que foi feito e acho que ficou bastante criativa a mitologia.

Há algumas confusões e duvidas que ficaram após terminar de ler o livro, mas não acho que chegue a ser um ponto negativo. O livro terá continuações logo presumo que estas dúvidas sejam explicadas (Lost feelings).

 

Bom amigos é isso vou deixar para vocês verem ainda um recurso bacana que o autor disponibilizou. Um Teaser Trailer do livro.

[youtube width="640" height="360"]http://www.youtube.com/watch?v=qrD16hTCQug[/youtube]

Caso fiquem interessados procurem dar uma olhada no site do R.L Mandu e ver como adquirir o livro.

Por Rico Correia bispo da Rainha para E7…Xeque.

Análise do Livro – O Inimigo do Mundo

novembro de 2011 Postado por Rico COMENTÁRIOS (0)

Peço perdão amigos, há tempos iniciei um texto para falar desta que foi uma obra que eu adorei ter lido. Gostei tanto que me despertou a vontade de ler mais sobre historias baseadas em mundos de RPG e Graças a isto vim a conhecer as Crônicas de Dragon Lance, outro livro ótimo, mas falarei sobre elas no futuro.

Aos freqüentadores da taberna que conhecem o mundo criado por Marcelo Cassaro. Seja pelo RPG, Pelas HQs ou a Animação de Holy Avenger, já está um pouco familiarizada com o universo do livro. Um típico mundo de RPG com tudo que é preciso ter nele: diversos deuses (20 deuses maiores pra ser preciso o meu favorito é Nimb), tabernas espalhadas por todas as cidades, Guerreiros, Paladinos, Clérigos, Magos e evidentemente aventuras e mistérios a cada esquina.

O livro se concentra num grupo de aventureiros com uma formação que seria bastante peculiar se não fosse tão clássica: Dois guerreiros, um espadachim e uma arqueira que formam um interessante par romântico no livro; um mago covarde e ex membro de um circo; um clérigo minotauro devoto do deus da força; uma clériga da deusa da vida, que não pode empunhar armas nem mesmo para se defender; um paladino imortal do deus fênix; um ladino furtivo de pouca utilidade em batalhas, mas com grandes habilidades diplomáticas, uma barbara de temperamento explosivo e um samurai orgulhoso e recém chegado ao grupo por um objetivo comum a caça de um fugitivo.

Beholder

Os nove heróis estão à caça de um assassino unicamente conhecido como “Albino”, a caçada se estende por diversos reinos do mundo de Arton, fazendo monstros e lugares geralmente descritos por mestres de RPG tomar vida e serem reconhecidos nas páginas do livro. Animais mágicos, monstros como o Beholder (Observador do desenho a Caverna do Dragão), personagens e intrigas entre os deuses, ganham foco nas páginas do romance e tem sua descrição acrescentando em muito aos rpgistas e fãs das aventuras de Lisandra, Sandro e Niele.

Niele e Sandro Galtran (Holy Avenger)

Mas vamos ao que interessa (ou não) minhas considerações da Obra:

      Pontos Positivos: A história consegue perfeitamente acompanhar e desenvolver cada um dos personagens, evidentemente alguns com um pouco mais de profundidade, porém nenhum deles fica raso ou sem relevância, tem se a impressão que estamos acompanhando uma aventura de RPG, onde cada pessoa interpreta e da profundidade ao seu personagem, e assim decisões erradas, falhas e acertos críticos, estratégias de combates (combates inclusive muito bem descritos) e tomadas de decisões acontecem de formas muitas vezes inesperadas e muito próximas do que aconteceria em uma mesa de RPG.

 

      Pontos Negativos: O livro se desenrola bem e com citações muito ricas e bem elaboradas, para quem esta familiarizado com o universo fantástico de RPG, para quem conhece as funções de um clérigo, sabe as limitações de um Minotauro e entende o código de conduta e honra de um paladino, dentre outras coisas. A história se desenvolve bem e de forma empolgante, contudo quem não está familiarizado pode deixar referencias passar e não compreender o porquê de algumas ações serem tomadas.

 

Enfim amigos, eu evidentemente recomendo a leitura deste livro, da galera aqui da Taberna eu sei que o Rodrigo e o Rafa Ross também leram o livro e comentaram dele comigo (mesmo sem saber que já planejava escrever sobre ele). A leitura é ótima, fluida e recheada de ação (com movimentações muito bem descritas). Aos que se assustaram com os pontos negativos citados, recomendo que leiam mesmo assim, quem sabe o seu gosto por este universo não é despertado.

 

Por Ricardo Correia, que quer uma espada de fogo para chamar de Inferno.

Análise dos livros – As Brumas de Avalon

agosto de 2011 Postado por Rico COMENTÁRIOS (4)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Eis me de volta caros amigos

No meu ultimo post (sobre Guerra dos Tronos) citei esta série de livros que vale a pena ser mais do que citada, merece um review próprio, creio que muitos de vocês já tenham lido, mas mesmo assim falarei do livro, As Brumas de Avalon de Marion Z. Bradley, o livro é realmente um clássico, uma excelente obra, que acima de tudo trata de um tema dos mais importantes das mitologias medievais, as lendas Arturianas.

 

Acho que nenhuma espada é mais famosa que a Excalibur, nenhum cavaleiro é mais famoso que os da Távola e nenhum rei é mais famoso que Arthur, não digo que Merlin é o mais famoso dos magos pois temos o grande Gandalf e só não coloco Dumbleodore acima do Merlin por um único motivo, um dos títulos que o diretor de Hogwarts tem é da Ordem de Merlin (coisa que pode ser levemente ligado com as brumas, já que Merlin nesta trama é um posto e não uma pessoa). Definitivamente estas histórias são um marco na mítica de capa e espada.

 

Como eu citei no texto de Guerra dos Tronos, em As Brumas de Avalon temos uma forma interessante de desenvolvimento, onde a visão do Bretanha é dada sempre pelos olhos das mulheres, fato que inclusive faz alguns acusarem a série de ter um forte apelo feminista (eu particularmente acho besteira), acompanhamos de perto não só a visão como a opinião e os sentimentos de diversas mulheres que convivem diretamente com Arthur, como sua mãe Igraine, sua esposa Guinevere e principalmente a sua irmã Morgana.

 

Um dos motivos que gosto muito desta versão das lendas é a forma como é abordada a disputa política/religiosa entre a mitologia antiga dos bretões e o cristianismo.Este é basicamente o foco da historia, há diversos tipos de embates que ressaltam isto. O próprio Arthur é coroado rei duas vezes, Guinevere disputando o amor dos homens com a Morgana (Arthur, Lancelot e o povo) , Flâmulas, Bandeiras e símbolos diversos, o Graal e a própria ilha sagrada que para os cristãos é Glastonbury enquanto os iniciados nos segredos da religião da Deusa podem se dirigir ao mesmo lugar, mas chegar à ilha de Avalon.

 

O livro não tem uma leitura tão fácil e fluida, em certos momentos exige um pouco de insistência e a trama pode se arrastar um pouco, contudo é questão de costume, por que a história em si é bastante interessante e bem desenvolvida, há uma constante renovação dos personagens, sempre apresentando novas personas que ajudarão a desenvolver bem certos pontos da história e acabam por se fazer muito importantes .

 

Vamos as minhas considerações amigos

 

Pontos fracos: Para quem não está acostumado com este tipo de livro, quem tem por base lendas Arturianas como as Crônicas De Arthur do Bernard Cornwell, pode se frustrar, não há batalha alguma, o livro é todo pautado em desenvolvimentos piscológicos, há ainda menos ação do que Guerra dos Tronos, há praticamente um capitulo inteiro dedicado a reflexão e indefinição de Morgana a respeito de dar a luz ou abortar o Mordred.

 

Pontos Fortes: Desenvolvimento dos personagens, devido a essa trama psicológica os personagens são desenvolvidos com riqueza de detalhes, as ações, modo de falar, características físicas, visões de todos os personagens mesmo que apenas levemente importantes em passagens especificas de um único livro. A própria atitude e abordagem dos personagens enriquecem a história.

 

Bom amigos estou falando de uma série de 4 livros (A Senhora da Magia, A Grande Rainha, O Gamo-Rei e O Prisioneiro da Árvore). O ponto fraco destacado pode ser superado depois de ler o primeiro, e caso tenha lido as Crônicas do Cornwell vale a leitura do Brumas também para conhecimento melhor de alguns personsagens, Eu sinceramente recomendo inclusive a leitura das Brumas ANTES das Crônicas, apesar de praticamente a história ser de outras linhas gerais de alguns personagens que se sustentam de um para  outro ficando mais divertido curtir ações de um personagem que você entende como pensa.

 

Bom amigos é isso, fico por aqui com meu review.

 

E já deixo aqui uma informação de que meu próximo review tem relação direta com RPG, se baseando no ultimo Tabernacast (RPG METAL). Aguardem.

 

Escrito por Rico_Correia que tem medo de entrar em qualquer tipo de Neblina.

Análise do Livro – A Guerra dos Tronos

julho de 2011 Postado por Rico COMENTÁRIOS (4)

Amigos, eis me de volta para comentar outro livro. Este, bastante mais famoso e no meio do Buzz da internet, o que se deve em grande parte pela série produzida pela HBO que teve sua primeira temporada chegando ao fim este mês, é claro que estou falando do primeiro livro de Crônicas de Fogo e Gelo de George R.R. Martin, A Guerra Dos Tronos

Pra começar gostaria de pegar emprestada definição da SF Reviews

“A guerra dos tronos é a mais importante obra de fantasia desde que Bilbo encontrou o anel

Meus caros é sinceramente impressionante o que estes caras com duplo R nos nomes dos meios conseguem fazer com papel e caneta. Este primeiro romance de 1995 traz personagens, lugares e situações sendo citadas e narradas com uma naturalidade sem precisar de muitas apresentações e descrições. A narração fluida e com diversos focos te faz ir compreendendo aos poucos as personalidades e motivações dos personagens.

Você começa o livro com um garotinho de 8 anos filho de um Lorde das Terras do norte, confesso chega a ser confuso. Por que estou vendo o mundo por este moleque? Se você for um leitor regular de Cornwell (como eu), vai esperar seguir e ver este garoto crescer e se tornar um guerreiro. E em poucas páginas algo acontece. Você já não se preocupa com estes detalhes, já tem o pequeno Brandon como um amigo, uma criança sensacional e logo em seguida no próximo capitulo, seu amigo não está mais lá, você está acompanhando uma garota de 13 anos morando no exílio. E isto acontece o tempo todo e a vida nos sete reinos é vista por uma menina de 7 anos com espírito de guerreira, por outra de 12 que se comporta como uma clássica princesa, uma senhora nascida e criado no calor do sul e casada com um senhor do Norte, seu marido melhor amigo do Rei nos tempos em que ele ainda batalhava pelo trono, pelo filho bastardo deste Senhor ou por um anão (anão mesmo, não anão do tipo que molda metais e e grita que ainda está vivo em Mória) descendente de uma das famílias mais ricas dos Sete Reinos.

Não há foco, não há predileções todos os personagens podem repentinamente se mostrarem importantes pra trama, com muito foco nas intrigas e responsabilidades políticas do reino as ações acabam sendo levadas para um rumo bem pouco convencional. Para não dizer que é completamente diferente de tudo que já li, da pra citar As Brumas de Avalon da Marion Zimmer Bradley, que tem também esse perfil de focar em diversos personagens e uma atenção muito maior na estrutura política do reino do que em batalhas, o que acaba deixando os personagens bastante aprofundados e com um pano de fundo muito rico.

 

Vamos às considerações então:

Pontos negativos: Há tantos personagens, que chega a ser confuso, cada um tem nome, nome de família e alguns ainda carregam apelidos. Em certos momentos fica muito difícil de saber de quem estão falando. Há um apêndice no final do livro sobre as principais famílias, mas que fica longe de ser o ideal para compreensão de certo pontos. Em minha opinião um glossário no começo do livro, explicando os personagens cairia muito bem. No blog do @NerdPai ele postou um mapa, que da pra ter uma idéia disto, cada um dos escudos representa um clã, família ou ordem diferente existente nos Sete Reinos.

Pontos positivos: O desenvolvimento dos personagens, com características próprias, diferentes focos e motivações, torna a história tão rica a ponto de que cada um dos lugares em si cria uma personalidade. É possível sentir diferença entre o modo que as coisas ocorrem na Muralha de Gelo, em Winterfell, no Ninho da Águia ou em Porto Real. Não só pelo jeito dos personagens (que você acaba conhecendo, ao ponto de saber quais atitudes eles tomariam ou não em determinadas situações), mas também pelo modo como os locais modificam suas visões do mundo e os fazem amadurecer e adaptar suas crenças para sobreviver em locais diferentes.

 

Por fim amigos, se no Herdeiro Guerreiro eu disse que ele merecia um lugar na minha estante ali do ladinho um pouco abaixo de Harry Potter, tenha certeza que As Crônicas de Gelo e Fogo estão sendo alocadas na minha estante, entre Meu Senhor dos Anéis e o Hobbit e meus livros do Cornwell. E digo a vocês meus amigos a série em si é muito boa, completamente fiel a série (HBO, nunca me desapontou com as séries deles). Vale muito à pena assistir, contudo, para entender melhor alguns personagens, plots e fatos, leiam também o livro, que é realmente umas das mais fantásticas obras de fantasia que eu já li.

 

Por Rico Correia que está precisando muito de um Lobo Gigante Albino

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