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Conheça os Pequenos Heróis!

setembro de 2011 Postado por Rafa Ross COMENTÁRIOS (1)

Pequenos Heróis 1

Taberneiro, desce uma rodada da melhor cerveja pra todo mundo, porque “Pequenos Heróis” foi a HQ vencedora do 23º Troféu HQ Mix como Melhor Publicação Infanto-Juvenil e vai ser distribuída nos EUA pela Diamond. Mas, quem são os Pequenos Heróis?

Pequenos Heróis 2Pequenos Heróis é uma daquelas obras que, aparentemente, não tem importância, pelo menos, até que você leia! Em tempos de megassagas, ressurreições e mortos-vivos a torto e à direito, e crises e mais crises, ver autores praticando nostalgia em forma de quadrinhos é um deleite, mesmo que para um neófito na arte dos quadrinhos.  Escrita por Estevão Ribeiro, com a participação de diversos artistas, Pequenos Heróis tem diversos pontos a serem destacados, mas o que principalmente chama atenção em uma publicação como esta é sua capacidade de síntese e atração simultâneos.Pequenos Heróis 3

Falamos de “síntese” porque são histórias curtas, cuja leitura (do álbum inteiro) não leva mais do que uma hora ou, se você for um pouco mais observador, um pouco mais que uma hora. E sim, observador mesmo, já que Pequenos Heróis é feita completamente SEM falas. O resultado? Um deleite visual para quadrinhista eclético nenhum botar defeito. Sim, quadrinhista eclético; já que os desenhos mudam radicalmente de uma história pra outra. E antes que entremos na discussão de qual desenhista melhor captou o espírito de cada história, vamos falar das histórias em si!

Os responsáveis pelas histórias, juntamente com Estevão Ribeiro, são Mario Cesar (Superbro, sobre fraternidade e amizade), Ric Milk (O garoto de Marte, sobre ser diferente e especial), Jaum (O Pequeno Rei do Fundo do Mar, uma das mais divertidas!), Raphael Salimena (Lanterna, uma iluminada tropa de amigos com características muito marcantes), Vitor Caffagi (O mais rápido, ensinando o valor da superação), Leo Finocchi (Meu Querido Passarinho, em tom de cartoon), Fernanda Chiella (Pequena Maravilha, a mais bonita, na opinião desse humilde bardo) e Emerson Lopes (O Garoto das Trevas, dispensa comentários. Veja!). Como vocês, perspicazes e observadores leitores da Taberna já perceberam, as histórias remetem aos clássicos heróis da DC Comics. Batman, Superman, Mulher-Maravilha, Flash, Caçador de Marte, Canário Negro, Lanterna Verde e Aquaman são representados em seus conceitos mais simplórios, através de histórias de crianças e adolescentes encontrando o verdadeiro sentido do heroísmo presente em cada um de nós, em situações do dia-a-dia.

Pequenos Heróis 4E agora, senhoras e senhores, o outro fator que eu disse lá no comecinho do texto: a atração. Uma obra como essa é atrativa por sua imensa carga emocional. É impossível não reconhecer os padrões das histórias e não identificar em cada um deles muito mais do que aparentam. Alem disso, é muito fácil se ver em algumas das situações presentes em Pequenos Heróis. Afinal, quem nunca foi ao socorro do irmão mais novo? Quem nunca admirou e quis ser como um irmão mais velho? E quem nunca lutou com uma hiena usando uma capa de chuva? Ops, talvez esse último, nem todo mundo tenha feito.

O tratamento gráfico dado pela editora Devir, que publicou o material em setembro de 2010 é bom, muito embora o preço não seja o que exatamente possa ser considerado pechincha (paguei R$25, por 104 páginas, em formato 16 x 23 cm, e papel off-set 90 g/m²). De qualquer modo, fica a dica pra quem quer divertimento simples e descompromissado, mas que ainda respeita nossos heróis favoritos e ainda nos leva a uma realidade muito mais próxima que a nossa.  Pequenos Heróis é somente a primeira parte do projeto de Estevão Ribeiro. Outra edição, agora focando nos heróis da Marvel, deve vir em breve.

Liga da Justiça VS Turma da Mônica!!! Hã??!!

setembro de 2011 Postado por Rafa Ross COMENTÁRIOS (6)

Topo Mônica

Clientes fiéis da Taberna do Smok, aparentemente a DC Comics meteu-se em uma saia justa recentemente, com seu brand new rebootado universo nos quadrinhos.

Edição #34 da Turma da Mônica Jovem

Acontece que, nesta semana, a editora, que é parte do congolomerado da Warner Brothers, divulgou os números referentes às suas edições de lançamento do UDC, alegando o “enorme sucesso mercadológico” referente às edições de Action Comics #1 e Justice League #1, que atingiu uma expressiva marca de 200 mil exemplares em sua primeira semana. Ok, os números são realmente muito bons, e o saldo, sem sombra de dúvida, é muito positivo, mas daí a alegar que “seus gibis era as maiores tiragens na América deste ano“? Bom, nem todo mundo concordou.

Uma dessas pessoas que discordou da DC Comics foi o importante e influente jornalista da área Rich johnston, que publicou uma nota no Bleeding Cool contestando isso. No texto  “This is What a Half-Million-Selling American Comic Book Looks Like”, Johnston ironiza a frase da DC, apresentando como contraste uma edição da Turma da Mônica Jovem. Mais especificamente, a edição #34, que apresenta um namoro entre Cebolinha (agora o jovem Cebola) e Mônica, que atingiu os muito mais expressivos 500 mil exemplares em duas tiragens (uma de 100 mil e outra de 400 mil). Para Johnston, as editoras estadunidenses só olham para o próprio umbigo e se esquecem das produções de outros países, afinal, a América não é só constituída dos Estados Unidos, não é?

De qualquer forma, cabe aqui destacar o sucesso comercial (já a questão editorial, é assunto pra outra discussão) dos personagens de Maurício de Sousa, que nesse caso,  realmente ganharam de lavada de Superman, Batman e cia.

Tudo novo (de novo) na DC Comics!

setembro de 2011 Postado por Rafa Ross COMENTÁRIOS (10)

Nova Liga da Justiça
Começou! Ou então, recomeçou, dependendo do seu ponto de vista. A DC Comics decidiu refazer seu universo e os heróis da editora passarão por muitas mudanças, alguma sutis, outras profundas. A Taberna do Smok repassa para você algumas dessas mudanças, bem como o futuro do universo de Superman, Batman e cia.

Última edição de Flashpoint

Última edição de Flashpoint

Flashpoint, onde tudo termina (ou começa)

A saga que deu origem à reformulação da editora não é uma reprise dos acontecimentos anteriores que resultaram em mudanças editoriais (leia-se: CRISES), mas um dos velhos clichês da ficção científica: viagem no tempo. É de conhecimento de todos, ou da maioria de nós, que se você volta no tempo, e mexe no passado, acaba por interferir diretamente no futuro. Dessa vez, o causador de mudanças é o Flash Barry Allen, que ao tentar salvar sua mãe da morte, acaba por alterar toda a linha cronológica de (quase) todos os personagens da editora. O final da saga representa o reinício do universo DC. E só pra constar, a palavra CRISE não foi citada em momento algum. Mas não falemos de spoilers. Se você quer saber os entremeios, vai ter de esperar sair a edição nacional, já que a saga acabou de terminar nos EUA e ainda não tem versão editada aqui no Brasil.

O Primeiro Herói do Mundo.

A DC situou seus personagens como existentes há “apenas” cinco anos em se tratando de linha temporal. Em outras palavras, os nomes conhecidos como Batman, Superman e Lanterna Verde só são sabidos dentro do universo DC há apenas cinco anos. Isso dá um vigor extra, pois muitas situações são novas para tudo e todos, incluindo o primeiro herói de todos.

Superman Reboot

Superman adolescente pós-reboot

Pra quem acha que a Sociedade da Justiça, antiga associação de heróis da editora, tem algum envolvimento, engana-se redondamente. A Sociedade, do Lanterna Alan Scott, Homem-Hora, Flash Jay Garrick, NUNCA existiu. O primeiro super herói do mundo é o homem de aço. É o Superman quem primeiro surge no universo como herói, mas ele deixou de ser o bom moço e se tornou um protetor dos mais fracos e oprimidos, sem se importar se a lei vai contra isso. Curiosamente, ao renovar o Superman, a DC trouxe a raiz do personagem em sua origem lá nos anos 30, que defendia vitimas de corrupção e valentões de todo o tipo, colocando-se acima da lei, se preciso fosse. As histórias do Superman serão contadas em dois momentos: um foca-se em sua origem e juventude (em Action Comics) e outro está embasado em sua versão adulta (na revista Superman).

Superman adulto pós-reboot

Superman adulto pós-reboot. "Cadê a cueca por cima da calça?"

Por uma nova Liga

Nem todos os heróis sofrerão grandes mudanças. Batman permanece o mesmo Bruce Wayne de sempre. Dick Grayson é o Asa Noturna, Damian Wayne (o filho de Bruce) é o Robin e Tim Drake é o Robin Vermelho. A mudança mais significativa mesmo fica por conta da Batgirl, que volta a ser Barbara Gordon. A personagem havia ficado paralítica na história clássica conduzida por Alan Moore “A piada mortal”, mas, de alguma forma, voltou a andar. O titulo promete explicar essa história em detalhes.

O Lanterna terráqueo é Hal Jordan nas histórias da Liga, mas no titulo próprio, quem protagoniza é Sinestro (outrora conhecido como o fundador da Tropa com anel amarelo e maior inimigo da Tropa dos Lanternas Verdes) que voltou a ser Lanterna Verde do setor 2814. A Mulher-Maravilha não muda em nada sua essência: princesa da Ilha Paraíso que vem ao mundo dos homens. Aquaman renunciou ao posto de Rei de Atlântida, o único Flash no mundo é Barry Allen, e o primeiro arco das histórias da Liga (que terá os heróis que ilustram a primeira imagem deste post) promete mesclar a formação da equipe com a origem de Cyborg, que já foi um dos mais proeminentes Titãs, e o surgimento de Darkseid.

Além dos pratas da casa, mudanças também ocorrerão com os Titãs, o surgimento de uma Liga Internacional, composta por Fogo, Gladiador Dourado, dentre outros, uma Liga Mágica, com a participação de Zatanna, Desafiador, e outros, e mudanças significativas em heróis como o Arqueiro Verde, Aves de Rapina, Gavião Negro, Capitão Átomo e Nuclear.  Espere por muitas histórias de origem.

Novos universos e novos formatos

Para os fãs dos quadrinhos adultos, preparem-se para ver muito mais de seus favoritos. A mudança no universo DC integrou personagens como John Constantine e o Monstro do Pântano na cronologia oficial da editora, coisa que há muito tempo estava desconectada (ou parcialmente ligada). Além disso, o pessoal da Wildstorm também está reintegrado, e novas origens incluirão os WildCats e o surgimento dos tradicionais alienígenas conhecidos como Demonitas, além da equipe Stormwatch (que nunca chegou a se tornar Authority).

A misteriosa mulher encapuzada do final de Flashpoint

A misteriosa mulher encapuzada do final de Flashpoint

Alem de todas essas mudanças, a DC passou a vender suas revistas em formato digital. Você pode baixar o arquivo da história impressa, pagando o valor correspondente. Muito embora espera-se que isso influencie na diminuição dos famigerados scans, já foi comprovada a quantidade enorme de downloads de versões ilegais por toda a internet, em questão de minutos apos o lançamento oficial de Justice League #1. Se a estretégia da DC será positiva ou não, só o tempo dirá.

Em tempo: uma estranha e misteriosa mulher encapuzada tem sido vista em todas as edições de estréia do novo Universo DC. Ela também foi vista na última edição de Flashpoint, o que pode levar a crer que há uma conexão entre o novo universo e o antigo. Estaria a DC se preparando para uma explicação e retorno às antigas histórias, caso o reboot não funcione?

Texto por Rafa Ross, que não tá muito empolgado com o reboot, mas acha a idéia melhor do que um tal pacto com o capeta que já foi utilizado por aí…

Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.

Angeli: 55 anos de tirinhas e sacanagens

agosto de 2011 Postado por Rafa Ross COMENTÁRIOS (4)

Topo - Angeli

A Taberna do Smok abre espaço para parabenizar e reverenciar um dos artistas mais emblemáticos de sua geração no nosso pais. Hoje, 31 de agosto, é aniversário do Angeli. Por isso, decidimos revisitar a obra e a vida do, às vezes, polêmico e sempre irreverente chargista.

Angeli

Angeli

Quem é esse cara?

Nascido Arnaldo Angeli Filho, no dia 31 de agosto de 1956, o chargista Angeli hoje figura entre um dos principais nomes dos quadrinhos adultos editados no pais. Sua presença é constante no jornal FOLHA DE SÃO PAULO, no qual trabalha desde 1973. Antes disso, Angeli já trabalhou em fanzines e revistas de variada expressividade, como a finada revista Senhor, onde também figurou um daqueles que seria um parceiro de muitos bons projetos, o já finado Glauco, criador do Geraldão.

Angeli, desde os anos 80, vem criando tipos que se destacam pelo humor anárquico e basicamente, urbano. Alguns de seus personagens já expandiram a linha da arte comum, em tirinhas, e ganharam versões cinematográficas. O alcance de Angeli e seus personagens já chegou a países como Alemanha, Espanha, França, Itália e Argentina, mas sua arte ficou em maior evidência em Portugal, onde ganhou uma compilação de seu trabalho pela editora Devir, em 2000.

O maior sucesso editorial que tinha o nome Angeli no Brasil, foi, sem duvida, a revista “Chiclete com Banana” (não confundir com o grupo de axé), de 1983, que contava com a colaboração de nomes de peso das tiras brasileiras, como Luiz Gê, Glauco, Roberto Paiva e Laerte Coutinho. Sucesso editorial, a revista chegou a ter sua tiragem quintuplicada (de 20.000, passou a 110.000).

Galeria Underground

Meia Oito e Nanico

Meia Oito e Nanico

Angeli criou os mais diversos tipos urbanos, que fervilharam nos anos 80, desfilando estereótipos ao mesmo tempo em que fugia do ocasional com eles. Entre os tipos que mais se destacam na galeria do artista estão o esquerdista “Meia Oito” e seu parceiro homossexual enrustido “Nanico”, “Luke e Tantra”, adolescentes que só pensam em perder a virgindade, “Wood e Stock”, dois hippies com mentalidade típica dos anos 60, “Ritchi Pareide”, o roqueiro do Leblão, o egocêntrico Walter Ego (também conhecido como “o mais Walter dos Walters”) e Rigapov, o imbecil cuja temática é o Apocalipse, dentre outros que povoam os bares e boates da cidade.

Mas, sem duvida, cabe um parágrafo para três exemplos de maior destaque dessa galeria. Como a etiqueta diz: primeiro, as damas. E nesse caso, a dama máxima do underground é “Rê Bordosa” (que ilustra o início deste post), a típica junkie porra-louca, sempre bêbada ou de ressaca, vivendo (e bebendo) um dia após o outro.

Bob Cuspe na Chicielte com Banana

Bob Cuspe

Rigapov

Rigapov

Além dela, o punk nojento e esquisito “Bob Cuspe”, responsável pela critica ácida a tudo e todos, exatamente da maneira que você está imaginando. Por último, mas não menos importante, estão “Los Três Amigos”, compostos por Angel Villa, Laerton e Glauquito, que nada mais são do que versões caricaturadas do próprio Angeli, Laerte e Glauco, vivendo aventuras no sujo e anárquivo Viejo México, uma versão amoral e decadente do Velho Oeste.




Texto por: Rafa Ross, que não queria conhecer o Bob Cuspe, mas acha que ainda pegaria a Rê Bordosa.

Lanterna Verde: O Maior Herói da Tropa

agosto de 2011 Postado por Rafa Ross COMENTÁRIOS (7)

Lanterna Verde

O Lanterna Verde estreou nos cinemas e você ficou todo empolgado por causa de Hal Jordan e seu anel faz-tudo, não é? Por isso, a Taberna do Smok separa para você o que há de mais interessante na trajetória do herói esmeralda (e de toda sua tropa) para que você possa singrar o espaço  e viver mais aventuras.


Origem Secreta

Origem Secreta

A Panini acaba de relançar essa minissérie no Brasil por um preço bem bacana  (R$24,90, capa dura, papel especial) que mostra a origem de Jordan e como ele se torna o primeiro Lanterna Verde do planeta Terra.  Alem de um enredo envolvente contado por um dos cabeças da DC Comics, Geoff Johns, tem também um excelente ritmo em termos de arte, feita pelo brasileiro Ivan Reis. Na trama, o impetuoso Hal Jordan ganha o anel dos Lanterna do moribundo Abin Sur e precisa encontrar seu lugar dentro da Tropa. Recomendadíssimo.


Crepúsculo Esmeralda

Crepúsculo Esmeralda

Crepúsculo Esmeralda

Destruída por Mongul num plano arquitetado junto com o SuperCoborgue, a cidade onde nasceu Hal Jordan (Coast City) é completamente destruída, levando consigo dezenas de milhares de vidas. Enlouquecido pelo ato, Hal Jordan utiliza o anel de maneira egoísta e recria a cidade à sua maneira. Sendo negado junto aos Guardiões, Hal é levado ao limite e destrói a tropa, invadindo a sede em OA e absorvendo todo o poder da Tropa dos Lanternas Verdes. O resultado é o vilão conhecido como Parallaxx.  A história é escrita por Ron Marz e desenhada por diversos artistas. Recomendada por mostrar a versão originalmente criada para a entidade do medo e vilão da Tropa.


Novo Amanhecer

Novo Amanhecer

Novo Amanhecer

Ok, leitor, você gostou de Hal Jordan, mas ele não é o único Lanterna. Na verdade, o planeta possui quatro Lanternas. E Novo Amanhecer apresenta o novato Kyle Rayner, que se torna o único Lanterna Verde de todo o Universo depois que Hal Jordan destrói toda a tropa, ocorrido na saga “Crepúsculo Esmeralda”. Diferente dos outros lanternas, Kyle não teve tutores, o que o obriga a aprender por si próprio tudo que o anel pode fazer.  Esta história foi escrita também por Ron Marz e vale por mostrar uma nova cara para o herói, bem como uma das mortes mais emblemáticas dos comics.


Lanterna Verde: Renascimento

Renascimento

Renascimento

“Renascimento” é uma mini em três edições publicada aqui no Brasil pela Panini em 2006. Escrita por Geoff Johns e desenhada por  Ethan Van Sciver, ela mostra o retorno de Hal Jordan à tropa dos Lanternas Verdes. (Vai um parênteses de explicação. Hal Jordan enlouqueceu e enveredou pela vilania em “Crepúsculo Esmeralda”, foi mais vilanesco ainda em “Zero Hora”, na qual pretendia remodelar todo o mundo, depois teve sua redenção, salvando o mundo, mas tornando-se o hospedeiro do Espectro, o espírito da vingança. Mas, essa associação chegou ao fim, e esse fim dá início à Renascimento). Excelente edição, que amarra a tropa dos lanternas verdes, mais a origem de Hal, sua relação com a Liga da Justiça (especialmente Batman) e dá reinício à franquia na DC Comics. Indispensável para entender porque o Lanterna se tornou um dos personagens mais importantes da editora, atualmente.


Guerra dos Anéis

Guerra dos Anéis

Guerra dos Anéis

Sinestro, um dos maiores lanternas verdes, acaba seduzido pelo poder e é expulso da Tropa dos Lanternas Verdes. Mas, o astuto vilão descobre a energia que provém do espectro amarelo, e funda sua própria tropa, para combater seus antigos mestres. E é nesse momento que a Guerra dos Anéis tem início. Embora se soubesse que o anéis verdes não funcionam contra objetos amarelos, aqui ocorrem mudanças radicais tanto para Hal Jordan e sua tropa, como para Sinestro e seus novos aliados. Escrita pelo mago Geoff Johns (ele de novo!), Guerra dos Anéis é obrigatória para entender “A Noite Mais Densa”.


A Noite Mais Densa

A Noite Mais Densa

A Noite Mais Densa

“No dia mais claro, na noite mais densa, o mal sucumbirá ante a minha presença, todo aquele que venera o mal há de pensar, quando o poder do Lanterna Verde enfrentar!”

A Noite mais Densa estava prevista na história dos Lanternas Verdes desde seu juramento, e consequentemente, desde seu início.  Saga que mexeu com toda a DC Comics, lançada no Brasil em julho de 2010, A Noite mais Densa surgiu de uma pequena história feita pelo mestre Alan Moore para a Tropa.  Os anéis verdes deixam de ser uma luz solitária no universo, e passam a existir em diversas cores, como o amarelo, a azul-índigo, a rosa, a vermelha, e outras mais. Todas elas precisam se juntar para combater o mal previsto na “Noite mais Densa”, na qual portadores do anel negro surgirão para destruir toda a vida no universo.

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