A vida, as pessoas e tudo mais…
Depois de soltar o verbo sobre a Blogosfera, o “Fala Taberneiro” hoje vai tentar fala um pouco da vida as pessoas e tudo mais, confiram.
Qual o seu grau de dedicação por uma coisa? Até que ponto você esta disposto a perder tudo ao seu redor apenas para se dedicar a uma única coisa?
Vivemos em um mundo de pessoas (até onde eu sei), essas pessoas tem uma vida, família, amigos, filhos, maridos, esposas, namorados, animais de estimação e etc. Essas pessoas trabalham, estudam,
praticam esportes, tocam em uma banda, tem seus hobbies, enfim, fazem suas coisas. E qual o seu grau de dedicação para todas essas coisas, o que na sua vida pesa mais para você? A mente humana é dotada de tanto poder, mas utilizamos desse poder de maneira tão erronia que podemos chegar ao ponto de enlouquecer se alguns desses pontos da nossa vida não estão certos. Você alguma vez já parou para pensar que existe muito mais ao seu redor do que apenas o que você considera como existente pra você?
Pense na sua vida como uma casa em uma colina, sustentada apenas por vigas de madeira.
Agora por importância, nomeie as vigas com as coisas que mais são importantes em sua vida. Você pode nomear as vigas com nomes iguais de acordo com o grau de importância dessa determinada coisa pra você.
Digamos que para você, o trabalho é a coisa mais importante de sua vida, então você nomeia a maioria das vigas de sua casa com o nome “Trabalho”, e deixa poucas para família, namoro, e amigos e etc. Pronto sua casa está firme com suas vigas de “trabalho”.
Agora digamos que você seja demitido!
Huuummm… Podemos dizer então que aqui entra a expressão “a casa caiu”. Todas as vigas principais que seguravam a sua casa na colina e que tinham o nome de “Trabalho”acabaram de ser destruídas, sua casa desmoronou e você, sua família, namorado(a) e amigos morreram de uma maneira terrivelmente trágica.
(calma gente é tudo faz de conta XD)
Agora, visualize outra situação, digamos que na hora de nomear as vigas de sustentação de sua casa na colina, você soube distribuir de maneira mais homogenia tudo o que é importante na sua vida. Trabalho, família, relacionamento, amigos, seu cachorro, aquele jogo de vídeo game que você sempre quis terminar, aquele livro que você não conseguia sair do capitulo um, tudo, dessa vez você tem a opção de distribuir tudo. Agora vamos ao ponto chave.
E se por acaso seu cachorro morre!
Opa, pera ai, dessa vez a casa não caiu?! Ela pode ter dado uma sacudida, afinal de contas algumas vigas que a sustentam foram destruídas, mas a casa ainda esta lá, firme o suficiente para que com o tempo necessário, calma e paciência você possa concertar essa vigas com outra prioridade, talvez um novo cachorro, um passarinho, um hamster ou quem sabe um iguana.
Bom, analogias a parte, a casa na colina é a nossa vida, e as vigas são tudo o que faz parte dela. Se não soubermos como distribuir essas vigas da melhor maneira possível,
um dia uma delas pode fazer a nossa casa ruir, para isso devemos cuidar com calma de tudo em nossa vida, mas não se deixar ruir por causa de qualquer coisa. Não estou dizendo que a morte de um ente querido, o término de um relacionamento ou a demissão do seu emprego dos sonhos não seja importante. Tudo tem sua importância em cada vida de cada ser humano (ou não) devemos saber dosar de cada coisa para nos mantermos fortes, fortes o suficiente para que diante de qualquer atribulação “a sua casa não caia”. E que assim, mesmo faltando uma viga ou duas toquemos a nossa vida em frente.
Sim você deve ta falando agora “nossa baixou o Roberto Shinyashiki no Rafael Smok”, ou nossa odeio esses textos no estilo “auto ajuda”. Ok se você não gostou continue a sua vida, agora se você gostou, por que não pensar um pouco nisso?
Comente… diga o que você achou!


























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Adorei o seu texto, Smok, e acho que nossa vida é bem por aí mesmo.
Por isso temos que ter a mente forte e aberta, e não nos basearmos somente num aspecto de nossa vida.
Mas… Pq vc não gosta de "textos no estilo auto-ajuda"? Sabe, eu acho que, diferente do que muita gente pensa, livros de auto-ajuda não é pra quem está no fundo do poço, tentando se matar, por exemplo.
Os que são depressivos e estão no fundo do poço, geralmente não querem ajuda. Só querem curtir a fossa.
Diferente daqueles que querem melhorar espiritualmente e encontrar novos estilos de viver a vida. Pra esses a auto-ajuda é direcionada.
Digo isso por ter lido muito o sr. Joseph Murphy, que me mostrou uma outra forma de encarar o mundo. E vc me conhece, definitivamente eu não estava no fundo do poço. =D
Acho chato esses que pensam que a auto-ajuda é só um manual de palavrinhas bonitas ou instruções de boas maneiras (não estou dizendo que esse é o seu caso! =D)